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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Angola/TRIBUTO AO HERÓI NACIONAL

17 setembro 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Dionísio David, Ondjiva e Ana Paulo, Luanda

A cidade de Ondjiva, Cunene, acolhe hoje o acto central alusivo ao 17 de Setembro, data consagrada ao Herói Nacional e primeiro Presidente de Angola, Dr. António Agostinho Neto.

A cerimónia deve ser presidida pelo ministro da Defesa Nacional, general João Lourenço.

Diversas individualidades, entre as quais a viúva do Fundador da Nação angolana, Maria Eugênia Neto, encontram-se já na capital da província do Cunene para participar na cerimónia que vai culminar com a inauguração de vários empreendimentos sociais e económicos.

De acordo com o programa, devem ser inaugurados em Ondjiva alguns edifícios, com destaque para

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Angola/Ministro José Van-Dúnem exorta apoio ao processo de reforma da OMS



2 Setembro de 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Congo: Ministro José Van-Dunem exorta apoio ao processo de reforma da OMS Brazzaville (Das enviadas especiais ) - O ministro angolano da Saúde, José Van-Dúnem, exortou hoje, segunda-feira, em Brazzaville, a todos estados membros da região africana para que continuem a apoiar o processo de reforma conduzido pela OMS e que prossigam com os esforços para o alcance dos Objectivos de Desenvolvimento do Milênio e progressivamente para o acesso universal aos serviços preventivos e curativos de saúde.

O ministro fez esta exortação quando apresentava a declaração

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Perú/Jóvenes realizan vigilia por la creación del Ministerio de la Juventud

21 junho 2011/ADITAL http://www.adital.com.br

Camila Maciel, periodista de Adital

Por la conquista de la jerarquía ministerial para los jóvenes peruanos, El Frente Nacional de la Juventud (FNJ) realizó ayer (20) una Vigilia Nacional por la creación del Ministerio de Juventud, en las puertas del Congreso del país, en Lima. El legislativo reiniciará sus funciones con su Comisión Permanente, la cual debatirá y votará la creación del Ministerio.

"El Estado debe ser más eficiente y eficaz, lo que significa que al conseguirse el nivel ministerial para la juventud peruana debe haber una mejora sustancial y rápida a la falta de oportunidades en el campo laboral y educativo, delincuencia juvenil, migración, fuga de talentos, brecha digital, etc.”, apuntó Christian Pardo Reyes, secretario general del FNJ.

Ésta es una reivindicación antigua del movimiento de juventud en este país, con el cambio de las representaciones políticas, incluso del presidente Humala Ollanta, que inicia en su función en julio, la movilización juvenil se debe hacer aún más fuerte. Los jóvenes creen que es fundamental contar con ese portafolio ministerial con el fin de que ese sector poblacional tenga voz y voto en el Consejo de Ministros y que las decisiones del Estado se tomen desde esa perspectiva.

El Frente Nacional de Juventud surge ante la necesidad de ampliar la participación de los jóvenes de diferentes regiones del Perú. El FNJ tiene como una de sus luchas principales, la conquista de la creación del Ministerio. Este grupo se fundó en 2009, en la ciudad de Huacho, en el marco de la I Cumbre de Jóvenes de la Provincia de Huaura.

La juventud en Perú

Según datos de las Naciones Unidas (ONU), los adolescentes y jóvenes (10 a 24 años de edad) corresponden a cerca del 30% de la población nacional del Perú. Además, este grupo poblacional ha crecido en las zonas más pobres del país. La pobreza en adolescentes de 10 a 14 alcanza al 62%. Es, por lo tanto, 10 puntos mayor que el porcentaje de pobreza del país, que es del 52%.

Para hacer frente a esta realidad, la ONU propone acciones en diversos campos, como en la salud. "Invertir en salud reproductiva disminuye los embarazos precoces y no deseados, el VIH SIDA, la violencia sexual y familiar, el subempleo y mano de obra no calificada”, sugiere el organismo. En este sentido, la propuesta del Ministerio de Juventud llevaría a cabo una acción conjunta en favor de los jóvenes.

Para más informaciones: http://www.facebook.com/frentenacional.delajuventud

Con informaciones de OIJ e ONU.


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

CPLP debate em Luanda formas de atacar a Malária

Esta doença, tal como a SIDA e a tuberculose, constitui um dos principais desafios que se colocam à saúde pública

28 setembro 2009 -- A Rede de Investigação e Desenvolvimento em Saúde e Malária (Rides) da CPLP reúne-se hoje e amanhã no Hotel Marinha, em Luanda, para discutir sobre a doença, tendo em conta o grande impacto no desenvolvimento socioeconómico dos respectivos países.

Neste âmbito, fonte da organização disse hoje à Angop, que devido à situação da malária, urge a necessidade de os países membros adoptarem estratégias comuns para a prevenção e combate à doença.

Durante o encontro de dois dias serão abordados os seguintes temas: " Diagnóstico e Tratamento da Malária nos países membros", "Fármaco-Vigilância", "Luta anti-vectorial", "Resistência aos insecticidas" e "Parcerias e desenvolvimento" e a discussão do plano de trabalhos 2010-2011.

Além de membros da Rides, estarão também presentes os convidados James Banda, da Roll Back Malária OMS/Genebra, Leonel Pontess, ponto focal para a Iniciativa Fazer Recuar a Malária (RBM) para a África Central, e o ministro da saúde na Namíbia como observador.

Iniciada em 2006 por ocasião do 1º encontro de Medicina Tropical de Países de Língua Portuguesa, a RIDES é constituída por instituições de Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste e é financiada pela CPLP.

Apoia a formação de comissões técnicas e científicas nos países membros para estudos em malária e resistência aos anti-maláricos, aumentar a disseminação de informação sobre resistência aos anti-paludicos e disponibilizar os mesmos aos países membros.

Padronização de manual de boas práticas existente para monitoramento da resistência aos anti-maláricos, optimizar a componente de detecção e controle da resistência dos programas de vigilância epidemiologica da malária dos países membros, formar pessoal técnico e de nível superior, em programas multilaterais, com cronograma, ementa e conteúdos definidos, incluindo temas de ordem científica, técnica, de gestão e éticos são outros objectivos.

A Rides tem ainda como metas produzir e divulgar evidência médica que apoie o processo de decisão dos órgãos competentes de cada país no que se refere aos programas de terapêutica da malária, apoiar cursos de promoção académica, como mestrado, doutorados, cursos de especialização, bem como a implementação de técnicas laboratoriais nas instituições locais.

A malária é uma doença que envolve risco de vida, provocada por parasitas específicos, transmitidos por mosquitos. Há muito tempo considerava-se que esta doença era provocada pelo ar fétido dos pântanos, daí o nome “malária”, que significa “mau ar”.

Em 1880, o Dr. Laveran, um cirurgião do exército Francês colocado na Argélia, descobriu e descreveu pela primeira vez o parasita unicelular da malária, denominado Plasmodium falciparum, nos glóbulos vermelhos. Mais tarde descobriu-se que este plasmódio é transmitido de um indivíduo ao outro pela picada do mosquito Anopheles fêmea, que necessita de sangue para alimentar os ovos.

Existem quatro tipos de malária humana - Plasmodium vivax, Plasmodium falciparum, Plasmodium malariae e Plasmodium ovale. P. vivax and P. falciparum são as formas mais comuns, sendo P. falciparum o tipo mais mortífero da infecção.

Os sintomas surgem aproximadamente 9 –14 dias após a picada do mosquito Anopheles, embora este intervalo possa variar com o tipo de plasmódio. Os sintomas típicos da infecção pela malária são febre, dores de cabeça, vómitos e outros sintomas idênticos aos da gripe. Se não for tratada, a infecção poderá progredir rapidamente e colocar em risco a vida do doente.

A malária pode matar ao infectar e destruir os glóbulos vermelhos (anemia) e bloquear os capilares que transportam sangue para o cérebro (malária cerebral) ou outros órgãos importantes.

A malária, assim como o VIH/SIDA e a tuberculose, constitui um dos principais desafios que se colocam à saúde pública, restringindo dramaticamente o desenvolvimento económico nos países mais pobres do mundo.