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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

BRICS, БРИКС/Conferência de imprensa e P & R, depois da reunião Putin-Hollande

29 novembro 2015, Tlaxcala http://www.tlaxcala-int.org (México)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity

Vladimir Putin Владимир Владимирович Путин

Tivemos negociações substanciais com o presidente francês, conduzidas de modo construtivo e baseadas numa relação de confiança. Naturalmente, dedicamos atenção máxima à questão da luta conjunta contra o terrorismo internacional.

O ataque bárbaro ao avião russo sobre a península do Sinai, os horríveis eventos em Paris e os ataques terroristas no Líbano, na Nigéria e no Mali causaram grande número de vítimas, das quais centenas de cidadãos russos e franceses. É nossa tragédia comum, e nos mantemos unidos em nosso compromisso de encontrar os culpados e levá-los ao tribunal.

Já intensificamos a operação das forças armadas russas contra os terroristas na Síria. Nossas ações militares são eficazes: os militares do dito 'Estado Islâmico' e outros grupos radicais sofreram perdas pesadas. Perturbamos os mecanismos de funcionamento dos extremistas, causamos dano à infraestrutura militar deles e minamos consideravelmente a sua base financeira. Refiro-me, em primeiro lugar, ao comércio ilícito de petróleo, que gera lucros imensos para os terroristas e seus apoiadores.

Todos os que se servem de duplos padrões em suas relações com os terroristas, utilizando-se deles para alcançar seus próprios objetivos políticos e envolvem-se em atividades comerciais ilícitas como sócios de terroristas estão brincando com fogo. A história mostra que cedo ou tarde essas ações

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

BRICS, БРИКС/A GUERRA DO SULTÃO ERDOGAN… CONTRA A RÚSSIA

26 novembro 2015,Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Vamos diretamente ao ponto. A ideia de que a Turquia, servindo-se de um F-16 fabricado nos EUA, derrubaria um SU-24 russo, sem ter antes pedido (e recebido) “apoio” de Washington, é absolutamente inverossímil.
A Turquia não passa de estado-vassalo, braço oriental da OTAN, que por sua vez é o braço europeu do Pentágono. O Pentágono até já negou tudo – negativa que, considerando o seu currículo de fracassos estratégicos espetaculares, não pode ser aceito pelo que parece ser. Muito plausivelmente, pode ter sido disputa por poder entre os generais neoconservadores que comandam o Pentágono, aliados ao governo Obama infestado de neoconservadores.
O cenário privilegiado contudo é de uma Turquia-vassala liderada pelo Sultão Erdogan, que arrisca tudo numa missão suicida, movida por seu próprio total atual desespero.
Aqui, agora, o raciocínio pervertido de Erdogan, resumido num parágrafo. A tragédia de Paris foi golpe terrível. A França começou a discutir uma cooperação militar mais estreita, não dentro da OTAN, mas com a Rússia. O objetivo nunca confessado de Washington sempre foi pôr a OTAN dentro da Síria. Metendo a Turquia/OTAN atropeladamente dentro da Síria; atacando a Rússia e provocando resposta duríssima da Rússia, Erdogan tenta atrair a OTAN para dentro da Síria sob o pretexto (art. 5º) de defender a Turquia.
Por mais perigosamente Baía-dos-Porcos que pareça, nada tem a ver com 3ª Guerra Mundial – como propagandistas apocalípticos já se puseram a ladrar. Tudo gira em torno de saber se estado que apoia/financia/arma a nebulosa salafista-jihadista recebeu autorização para destruir os jatos russos que estão reduzindo a lixo seus preciosos caminhões-tanques transportadores de petróleo roubado.
Casado com a (Erdogan) máfia
O presidente Putin diagnosticou com precisão: “foi tiro pelas costas”. Porque tudo já indica que tenha sido uma emboscada: os jatos turcos estavam na verdade à espera dos SU-24s. Com câmeras da TV turca já distribuídas para