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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

¿QUÉ VIENE TRAS EL TRIUNFO DEL NO EN EL PLEBISCITO DE COLOMBIA?

2 octubre 2016, TeleSur http://www.telesurtv.net (Venezuela)

El presidente de Colombia, Juan Manuel Santos, garantizó que mantendrá el cese al fuego bilateral.

49,77 por ciento de los colombianos votó Sí y 50,22 por ciento votó No en el plebiscito de refrendación del acuerdo de paz firmado por el Gobierno y las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia - Ejército del Pueblo (FARC–EP), tras más de cuatro años de negociaciones.
En los estados fronterizos, donde hay mayor impacto del conflicto armado de más de 52 años, ganó la opción del Sí. Pero los estados con menos incidentes definieron el resultado del plebiscito.

El Gobierno no tenía la obligación de someter a votación el acuerdo, legalmente podía firmarlos e implementarlos, pero decidió realizar la consulta para darles legitimidad política ante un sociedad dividida entre diferentes conceptos de paz y la guerra.

¿Qué viene ahora?
Lo primero que debe destacarse es que el plebiscito era políticamente vinculante, pero legalmente

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Equador/IGNACIO RAMONET DEFENDE JULIAN ASSANGE COMO PALADINO DA LIBERDADE



21 junho 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Prensa Latina

Assange divulgou em seu portal 'wikileaks' milhares de documentos secretos da diplomacia norte-americana.

Julian Assange não é culpado de nada, é um paladino da liberdade desta época, segundo afirmou hoje, no Equador, o jornalista espanhol Ignacio Ramonet, após certificar o valor da informação divulgada por Wikileaks.

O site fundado pelo programador australiano é conhecido por publicar documentos vazados com conteúdo sensível e enorme interesse público.

Durante uma conferência realizada no Centro Internacional de Estudos Superiores para a América Latina (Ciespal), este catedrático de relevante trajetória considerou

terça-feira, 2 de setembro de 2014

A VERDADE E A GUERRA DO BIG BROTHER NA PALESTINA E NA UCRÂNIA



1º. Setembro 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

John Pilger

A 2 de Maio, em Odessa, 41 russos étnicos foram queimados vivos no quartel general da união comercial, com a polícia ao pé. Há provas de vídeo horripilantes. Nos media americanos e britânicos foi considerado uma tragédia horrível resultante dos embates entre nacionalistas (neonazis) e separatistas (pessoas que angariam assinaturas para um referendo numa Ucrânia federal). O New York Times enterrou-o, tendo-o considerado propaganda russa sobre as políticas fascistas e anti-semitas dos novos clientes de Washington. O Wall Street condenou as vítimas. Fogo destruidor na Ucrânia, lançado pelos rebeldes, afirma o governo. Obama cumprimentou a Junta pela sua «contenção». 

Uma destas noites vi o «1984» de George Orwell representado num palco de Londres. Embora precisasse de uma interpretação contemporânea, o aviso de Orwell sobre o futuro foi apresentado como uma peça de época, remota, quase reconfortante. Foi como se Edward Snowden nada tivesse revelado, o Big Brother não fosse agora uma realidade e o próprio Orwell nada tivesse dito. «Para sermos corrompidos pelo totalitarismo, não temos de viver num país totalitário».

quarta-feira, 30 de julho de 2014

O RETORNO DE ORWELL: A GUERRA CONTRA A PALESTINA, A UCRÂNIA E A VERDADE/THE RETURN OF GEORGE ORWELL AND BIG BROTHER’S WAR ON PALESTINE, UKRAINE AND THE TRUTH

29 julho 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)
11 July 2014, John Pilger.com http://johnpilger.com (UK)

por John Pilger

Na noite passada assisti à peça "1984", de George Orwell, encenada num teatro de Londres. Embora clamasse por uma interpretação contemporânea, a advertência de Orwell acerca do futuro foi apresentada como uma peça datada: remota, não ameaçadora, quase reconfortante. Era como se Edward Snowden nada houvesse revelado, como se o Big Brother não fosse agora um espião digital e como se o próprio Orwell nunca houvesse dito: "Para ser corrompido pelo totalitarismo, basta ter de viver num país totalitário". 

Aplaudida pelos críticos, a produção cuidadosa foi uma medida dos nossos tempos culturais e políticos. Quando a luzes acenderam, as pessoas já estavam a sair. Pareciam impassíveis, ou talvez outras distracções as chamassem. "Que
 mindfuck ", disse uma jovem, a ligar seu telemóvel. 

Quando sociedades avançadas são despolitizadas, as mudanças são tanto subtis como espectaculares. No discurso diário, a linguagem política é