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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Equador/IGNACIO RAMONET DEFENDE JULIAN ASSANGE COMO PALADINO DA LIBERDADE



21 junho 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Prensa Latina

Assange divulgou em seu portal 'wikileaks' milhares de documentos secretos da diplomacia norte-americana.

Julian Assange não é culpado de nada, é um paladino da liberdade desta época, segundo afirmou hoje, no Equador, o jornalista espanhol Ignacio Ramonet, após certificar o valor da informação divulgada por Wikileaks.

O site fundado pelo programador australiano é conhecido por publicar documentos vazados com conteúdo sensível e enorme interesse público.

Durante uma conferência realizada no Centro Internacional de Estudos Superiores para a América Latina (Ciespal), este catedrático de relevante trajetória considerou

terça-feira, 2 de setembro de 2014

A VERDADE E A GUERRA DO BIG BROTHER NA PALESTINA E NA UCRÂNIA



1º. Setembro 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

John Pilger

A 2 de Maio, em Odessa, 41 russos étnicos foram queimados vivos no quartel general da união comercial, com a polícia ao pé. Há provas de vídeo horripilantes. Nos media americanos e britânicos foi considerado uma tragédia horrível resultante dos embates entre nacionalistas (neonazis) e separatistas (pessoas que angariam assinaturas para um referendo numa Ucrânia federal). O New York Times enterrou-o, tendo-o considerado propaganda russa sobre as políticas fascistas e anti-semitas dos novos clientes de Washington. O Wall Street condenou as vítimas. Fogo destruidor na Ucrânia, lançado pelos rebeldes, afirma o governo. Obama cumprimentou a Junta pela sua «contenção». 

Uma destas noites vi o «1984» de George Orwell representado num palco de Londres. Embora precisasse de uma interpretação contemporânea, o aviso de Orwell sobre o futuro foi apresentado como uma peça de época, remota, quase reconfortante. Foi como se Edward Snowden nada tivesse revelado, o Big Brother não fosse agora uma realidade e o próprio Orwell nada tivesse dito. «Para sermos corrompidos pelo totalitarismo, não temos de viver num país totalitário».

quarta-feira, 30 de julho de 2014

O RETORNO DE ORWELL: A GUERRA CONTRA A PALESTINA, A UCRÂNIA E A VERDADE/THE RETURN OF GEORGE ORWELL AND BIG BROTHER’S WAR ON PALESTINE, UKRAINE AND THE TRUTH

29 julho 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)
11 July 2014, John Pilger.com http://johnpilger.com (UK)

por John Pilger

Na noite passada assisti à peça "1984", de George Orwell, encenada num teatro de Londres. Embora clamasse por uma interpretação contemporânea, a advertência de Orwell acerca do futuro foi apresentada como uma peça datada: remota, não ameaçadora, quase reconfortante. Era como se Edward Snowden nada houvesse revelado, como se o Big Brother não fosse agora um espião digital e como se o próprio Orwell nunca houvesse dito: "Para ser corrompido pelo totalitarismo, basta ter de viver num país totalitário". 

Aplaudida pelos críticos, a produção cuidadosa foi uma medida dos nossos tempos culturais e políticos. Quando a luzes acenderam, as pessoas já estavam a sair. Pareciam impassíveis, ou talvez outras distracções as chamassem. "Que
 mindfuck ", disse uma jovem, a ligar seu telemóvel. 

Quando sociedades avançadas são despolitizadas, as mudanças são tanto subtis como espectaculares. No discurso diário, a linguagem política é