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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Novorossiya militiaman singing "Ballad of the Struggle" by Vysotsky [ENG subs]

Source: Фильм 10 й «Непокоренный» Документальный проект NewsFront «Донбасс На...
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Uma bela canção cantada por um voluntário do Batalhão Sparta.
Frente Brasileira de Solidariedade com a Ucrânia

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Milícia de Donbass treina com tanque recém-capturado do exército ucraniano e depois vai ao combate. Acesse o site Guerra na Ucrânia:http://bit.ly/siteucra C...
Frente Brasileira de Solidariedade com a Ucrâniacompartilhou um link.
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DONBASS-INFORMATION -27-07-2015
Reinhard Lenfant
11 h · Editado · 
DONBASS-INFORMATION -27-07-2015
Christina and baby daughter Kira among the many murdered by the Ukrainians at Gorlovka, 27 July 2014 https://www.youtube.com/watch?v=NCdWjU9id6c …
Gorlovka, 27 July 2014. Civilians burned alive as Kiev troops fire white phosphorus shells at them. https://www.youtube.com/watch?v=CIRTM4DJbqc …
Shelling continues in Donezk despite ceasefire http://ow.ly/Q6wtf
Pervomaisk frontline NAF fighters, and the guys western media tries to

quarta-feira, 1 de julho de 2009

OS GORILAS DE TEGUCIGALPA NÃO PODEM PASSAR

EDITORIAL/29 junho 2009/Vermelho http://www.vermelho.org.b

Honduras sofreu um golpe militar típico do século passado latino-americano. Mas os gorilas e oligarcas de Tegucigalpa estão constatando que a história não se repete.
A quartelada tem traços bem conhecidos dos latino-americanos. Seu estopim foi a decisão do presidente Manuel Zelaya e dos movimentos sociais de consultar o povo sobre a convocação de uma Assembléia Constituinte. É um confronto entre urnas e tanques.
Em reação, o exército tomou as ruas, invadiu a residência presidencial, sequestrou Zelaya e tirou-o do país, silenciou a mídia pró-legalidade, cortou a luz. Um parlamento agachado perante os gorilas escolheu um presidente fantoche, Roberto Micheletti.
Não faltou sequer um cadáver, o de Rosel Ulises Peña, 30 anos. Teme-se que os golpistas não pararão nele.
Zelaya tem estado à altura do desafio que a história lhe impôs. Fez ''um chamado à desobediência civil'' contra ''uma elite voraz que faz Honduras retroceder''. Aos 57 anos, vindo de uma família abastada e de um partido tradicional, nem por isso vacila: fica do lado do povo.
Este sai às ruas numa resistência que se agiganta. Escolheu como ponto de concentração a Casa Presidencial no centro de Tegucigalpa. Ergue barricadas. Desafia os fuzis e interpela sem medo os soldados. Desconhece o toque de recolher. Denuncia as mentiras da mídia mercantil. Promete para terça-feira uma greve geral contra o golpe.
Outro sinal dos tempos é o isolamento externo dos gorilas. Nenhum país reconheceu a deposição de Zelaya. Todas as nações latino-americanas, a Alba, a OEA, agora também a ONU, a condenam.
Aqui merece destaque a reação do presidente brasileiro. ''Nós achamos que não tem contemporização, não tem meio termo, nós temos que condenar este golpe. Zelaya ganhou as eleições. Portanto, ele deve retornar à presidência. É a única condição para que a gente possa estabelecer relações com Honduras. Se Honduras não rever a posição, vai ficar totalmente ilhada'', disse Lula.
Em outros termos e noutro ritmo, o governo americano também condenou o golpe. De início, Barack Obama apenas declarou-se ''consternado'' e pediu ''diálogo pacífico'' entre as partes. Mas agora a secretária Hillary Clinton especifica que houve ''um golpe de Estado'' e Zelaya é o único presidente de Honduras, embora insista no ''diálogo'' e negue-se a sustar a ajuda ao regime imposto.
Pelo menos já não é como em 2002, quando o governo Bush reconheceu imediatamente a ditadura de 11 de abril na Venezuela, de triste e fugaz memória. A nova atitude terminou de isolar a gorilada de Tegucigalpa e facilita sua derrota.
O golpe hondurenho tem implicações em toda a América Latina. Atesta que a marcha libertadora da região enfrenta inimigos obstinados e brutais, dispostos a tudo para manter a velha ordem oligárquico-dependente, cujo fim é para eles o fim do mundo.
É hora de solidariedade ao povo hondurenho e seu presidente. Nesta terça-feira, as entidades da CMS (Coordenação dos Movimentos Sociais) brasileira levam ao Consulado de Honduras em São Paulo uma nota conjunta de protesto. O exemplo precisa ser seguido. No fundo, é a causa de todo o Continente Rebelde que está em jogo.Os gorilas de Tegucigalpa não podem passar.