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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Brasil/Movimentos populares se unem no dia 20 em ato “a favor da liberdade, democracia e direitos”

18 agosto 2015, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br (Brasil)

Da Redação

A manifestação “contra ofensiva conservadora” contará com o apoio de centrais sindicais, movimentos populares, estudantis e entidades religiosas.

Diversas organizações estão convocando uma manifestação unificada para o próxima quinta-feira (20) .O ato organizado por movimentos populares tem como foco denunciar as atuais políticas de austeridade do governo federal, a “guinada conservadora” comandadas pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e afirmar que “a saída da crise é pela esquerda”. A mobilização ocorrerá em todo o país.

A crítica contra o ajuste fiscal pede “que os ricos paguem pela crise”, como informa o manifesto que convoca o protesto, apontando, também, a taxação de grandes fortunas, dividendos e remessas de lucros e auditoria da dívida pública como alternativas para aliviar a economia.

O documento defende ainda que a saída da crise “deverá ser pela esquerda”, e convoca a população para lutar por reformas:“é preciso enfrentar a estrutura de desigualdades da sociedade brasileira com uma plataforma popular”, enfatiza o texto.

O ato é assinado por diversas organizações, entre elas entidades religiosas, grupos estudantis, coletivos, movimentos por moradia e centrais sindicais.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Belluzzo: “A REGRA DA ECONOMIA DE HOJE É ‘O POVO QUE SE LIXE”

21 janeiro 2015, Revista fórum http://www.revistaforum.com.br (Brasil)

Para o professor titular da Unicamp, a crença na “auto-organização” do mercado, sustentada por defensores de “dogmas”como o tripé macroeconômico, não encontra correspondência na realidade. “Acho que os economistas em geral têm um déficit intelectual decorrente da ignorância histórica”

Por Anna Beatriz Anjos e Glauco Faria

Luiz Gonzaga Belluzzo não hesita em dizer o que pensa sobre os atuais rumos da economia brasileira, que estariam pautados hoje, sobretudo, pelo princípio que ele considera ser uma espécie de “Santíssima Trindade” da “teologia” de economistas: o tripé macroeconômico. “Qual é a lógica do ajuste fiscal? Se a gente prometer ajuste fiscal, certamente o setor privado vai ganhar mais confiança, vai investir, e aí a economia se reequilibra – é o que eles pensam. Só que essa suposição é falsa”, afirma.
O economista e professor titular do Instituto de Economia (IE) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ressalta ainda o papel da mídia tradicional na defesa do receituário neoliberal e não poupa críticas à parte dos macroeconomistas brasileiros. “Acho que os economistas em geral têm um déficit intelectual decorrente da ignorância histórica, ficam falando abstrações”, coloca.

Confira na íntegra a entrevista que Belluzzo concedeu à Fórum:

Para Luiz Gonzaga Belluzzo, o novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, “representa um conjunto de interesses, que acabou se impondo durante as eleições e logo depois delas” (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

Fórum – O que podemos esperar do ministro Joaquim Levy e da equipe econômica brasileira para os próximos quatro anos?