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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Brasil/O “consórcio de bandidos” e o impeachment



13 abril 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Por Altamiro Borges
Na insanidade geral que tomou conta do Brasil nos últimos tempos, os “midiotas” que vibram com a possibilidade da deposição de Dilma são massa de manobra de um “consórcio de bandidos” – como bem definiu o ex-governador cearense Ciro Gomes. Dos 65 membros da chamada “comissão especial do impeachment”, que aprovou nesta segunda-feira (11) o relatório golpista de Jovair Arantes (PTB-GO), 36 deputados federais respondem ou já foram condenados por algum crime na Justiça comum ou eleitoral. Muitos são notórios corruptos, mais sujos do que pau de galinheiro, que estão prestes a condenar uma presidenta que nunca foi denunciada por qualquer crime. Um verdadeiro absurdo!

Com base em uma plataforma da ONG Transparência Brasil, o portal da EBC fez um levantamento da biografia destes

quarta-feira, 30 de março de 2016

Brasil/LA Times expõe o absurdo: Presidenta idônea é julgada por corruptos



29 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
 

"Os políticos que votam o impeachment da presidente do Brasil são mais acusados de corrupção que ela". Este é o título de matéria publicada nesta segunda-feira (28) pelo jornal norte-americano Los Angeles Times, que expõe a contradição e o absurdo do atual cenário político brasileiro.

O periódico dos Estados Unidos divulga um levantamento feito pela ONG Transparência Brasil sobre os políticos que estão responsáveis por analisar o pedido de impeachment. A partir dos dados fornecidos, o jornal conclui: “A Comissão do Congresso que ajudará a decidir o destino de Dilma Rousseff tem seus próprios problemas jurídicos”. Dos 65 membros da Comissão do Impeachment, 37 enfrentam acusações de corrupção ou outros crimes graves.

"Cinco membros da comissão são acusados de lavagem de dinheiro, outros 6 de conspiração e 19 são investigados por irregularidades nas contas; 33 são acusados ou de corrupção ou de improbidade administrativa; ao todo, 37 membros foram acusados, alguns deles de crimes múltiplos", afirma o jornal.

O texto mostra que a comissão, na verdade, é um espelho do próprio Congresso, já que dos 513 deputados brasileiros, 303 estão sendo investigados por graves

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Transparência Brasil apóia PEC que torna inelegíveis políticos com condenações na Justiça

Cilene Figueredo/Agência Brasil

Brasília, 18 janeiro 2008 - A impugnação da candidatura de políticos com condenações ou pendências na Justiça é importante para moralizar o sistema político brasileiro. A avaliação é do diretor-executivo da organização não-governamental Transparência Brasil, Cláudio Weber Abramo.

Em entrevista hoje (18) ao programa Notícias da Manhã, da Rádio Nacional, Abramo defendeu a proposta de emenda à Constituição (PEC) e os dois projetos de lei apresentados no final de novembro pelo senador Pedro Simon (PMDB-RS) que torna inelegíveis políticos condenados em alguma instância ou que não consigam comprovar idoneidade moral. As matérias tramitam na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Segundo Abramo, a iniciativa de Simon pode acarretar uma mudança na classe política do país. Isso porque, de acordo com a Transparência Brasil, 40% dos parlamentares têm problemas com a Justiça ou cometeram irregularidades graves. “Isso é um problema político e não jurídico, a gente tem que tentar evitar que pessoas que têm esse gênero de comportamento, cheguem a ser eleitos, porque isso destrói a política”, disse.

A Lei Complementar 64, de 1990, estabelece que alguns crimes são suficientes para impedir a candidatura de um político. No entanto, a lei só vale para processos transitados em julgado – ao qual não cabem mais recursos.

Para o diretor, o acompanhamento da mídia e da opinião pública em torno do projeto é imprescindível para a aprovação da PEC. “A imprensa tem o papel fundamental para levar a informação à população e exercer pressão sobre os parlamentares”, afirmou o diretor.

Na justificativa do projeto, Simon argumenta que a proposta pretende evitar que os políticos eleitos aproveitem as condições que o cargo garante (como foro privilegiado) para adiar indefinidamente o julgamento de algumas condenações criminais e, com isso, continuar na disputa eleitoral.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/01/18/materia.2008-01-18.6650751239/view