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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС, Rússia/PUTIN ESTÁ DERROTANDO MAIS QUE O ISIS NA SÍRIA

19 outubro2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

F. William Engdahl
New Eastern Outlook, 15.10.2015

Video: PUTIN EXPLICA COMO OS ESTADOS UNIDOS CRIARAM O ISIS Fonte: Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Há pouco mais de um ano, em julho de 2014, a Rússia e o presidente Vladimir Putin eram o foco das atenções na Europa e nos EUA, acusados - sem nem sombra de prova - de terem derrubado um avião civil da Malásia, desarmado, sobre o leste da Ucrânia. Os russos só pensariam em restaurar a União Soviética, no apoio que davam ao referendo proposto aos cidadãos da Crimeia para que escolhessem se reintegrar à Federação Russa, em vez de serem incorporados à Ucrânia. Washington e a União Europeia (UE) atacavam a Rússia com sanções. As pessoas falavam de nova Guerra Fria. Hoje o quadro mudou, e muito profundamente. É Washington quem está na defensiva, com o que os EUA têm feito na Síria e no Oriente Médio já exposto como ações criminosas, inclusive a geração da recente 'crise dos refugiados' na Alemanha e em grandes partes da UE.

Como estudioso de política e economia internacionais durante praticamente toda a minha vida adulta, devo dizer que me parecem notáveis a compostura e o controle emocional que Vladimir Putin e o governo russo têm manifestado, diante dos alucinados ataques ad hominem de gente como Hillary Clinton, que comparou Putin a Adolf Hitler.

Mas é preciso muito mais que compostura e autocontrole para arrancar o mundo da beira, ou como alguns poderiam dizer, já do início da 3ª Guerra Mundial. Aí, é preciso ação brilhante e direta. E então, aconteceu algo extraordinário, nos poucos dias depois do discurso do presidente Vladimir Putin na Assembleia Geral da ONU, dia 28 de setembro em New York.

O que Putin disse...
O que Putin disse na Assembleia Geral da ONU deve ser considerado, para pôr sob foco mais claro o que a Rússia fez nos dias imediatamente posteriores. Primeiro, Putin pôs perfeitamente às claras o que significa a lei internacional por trás da Carta da ONU, e que a Rússia