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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Brasil/Com protestos da oposição, comissão do Senado aprova PEC 55 (Ex-PEC 241)*

10 novembro 2016,10 novembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

 

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (9), depois de sete horas de discussões, a íntegra do relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que congela os gastos públicos – o que permite que a matéria seja encaminhada para votação no plenário da Casa.


No parecer, o relator, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), rejeitou as 59 emendas apresentadas. A oposição protestou e apresentou um texto substitutivo e dois votos em separado, estes últimos, para condicionar a implementação das medidas de ajuste à aprovação da proposta por meio de uma consulta popular, mas as duas alternativas foram rejeitadas.

No final, a matéria foi aprovada diante de uma cena insólita no Congresso, na qual foram os senadores que vaiaram a manifestação de um grupo pequeno de estudantes. “Vocês envergonham o país. É muito fácil para vocês falarem na crise econômica e na situação do povo brasileiro aprovando medidas como essa que só vão afetar a vida dos mais pobres”, gritaram duas moças, em meio a risos e levantes por parlamentares da base do governo.

“Nunca vi uma coisa dessas, de senadores vaiarem o povo na casa que é do povo”, ironizou a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

sábado, 6 de agosto de 2016

Brasil/Luta é no plenário: Sem crime, comissão aprova relatório golpista



4 agosto 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br  (Brasil)

Sem prova que fundamente o crime de responsabilidade, a Comissão Especial do Impeachment aprovou em sessão nesta quinta-feira (4), por 14 a 5, o relatório do senador tucano Antonio Anastasia* (PSDB-MG) que defendeu o golpe contra o mandato da presidente eleita Dilma Rousseff.

Agência Senado

A acusação contra Dilma foi baseada no inconformismo dos derrotados nas urnas e levada a cabo pela vingança do então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que se vingou por não ter recebido os três votos do PT contra a abertura do seu processo de cassação. Juridicamente o processo é nulo no mérito, pois nenhum dos pontos da acusação foram fundamentados no processo. Pelo contrário, ao longo da ação provas como