Maputo, 29 janeiro 2008 - O ministro da Educação de Moçambique, Aires Aly, assegurou hoje que o país conseguirá nos próximos dois anos reduzir em 10 por cento o analfabetismo, que atinge 51,9 por cento da população.
Diversos programas de ensino estão em curso no país, para a concretização dessa meta, afirmou Aly, falando na abertura do Seminário Regional de Alfabetização, que decorre até à próxima quinta-feira em Maputo.
A difusão de acções de alfabetização através da rádio é uma das intervenções preconizadas pelo Ministério da Educação moçambicano, para que mais pessoas tenham acesso ao ensino, apontou o governante.
"Acreditamos que estamos num bom caminho, mas não podemos parar por aqui, porque mais de 50 por cento da população ainda é analfabeta", declarou Aires Aly no encontro, que conta com a participação de delegados de 18 países africanos, do Brasil e do Haiti.
O ingresso este ano de cerca de seis milhões de alunos em todos os subsistemas de ensino em Moçambique é mais uma evidência de que a educação está a evoluir no país, assinalou Aires Aly.
"O Governo dedica 20 por cento do seu orçamento para a educação, o que não é suficiente par satisfazer as nossas aspirações", considerou Aly.
Por seu turno, o representante em Maputo da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Benoit Sossou, criticou a fraca aposta na educação no mundo, considerando escassos os recursos canalizados ao sector.
Apoiando a sua posição no relatório de Monitorização Global de Educação Para Todos, realizado em 2006, Sossou afirmou que pouco tem sido feito em prol da educação de jovens e adultos.
"O estudo concluiu que, apesar de em alguns países os orçamentos para o sector da educação terem aumentado substancialmente, as despesas nacionais em programas de alfabetização representam apenas um por cento dos orçamentos de todo o sector da educação", enfatizou o representante da UNESCO. (Noticias Lusófonas)
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terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Moçambique/Governo promete reduzir analfabetismo em 10% em dois anos
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Brasil/MST faz campanha de doação de livros
Agência Chasque / 20 Agosto 2007
De Agosto a Dezembro deste ano, o Movimento Sem Terra realiza a Campanha Nacional de Solidariedade às Bibliotecas do MST.
A organização pretende construir bibliotecas populares em assentamentos e acampamentos de todo o país.
O MST também quer ampliar o acervo das mais de quarenta bibliotecas já existentes nas escolas e centros de formação.
As doações podem ser de livros didáticos, de literatura clássica e infantis, mapas e audiovisuais, incluindo filmes, discos e Cds.
Atualmente, cerca de cinco mil jovens cursam graduação e pós-graduação em diversos convênios com universidades.
Dezessete mil e quinhentos integrantes do MST estão em processo de alfabetização.
Para doar livros no Rio Grande do Sul, pode-se entrar em contato pelo correio eletrônico mstrs@mst.org.br
No Paraná, o contato é mstpr@mst.org.br
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Ministros de Educação se reunirão no Chile para promover coesão social
Sob o tema "Coesão social e políticas educativas inclusivas na região ibero-americana", os representantes dos países presentes ao encontro debaterão assuntos como a alfabetização, as redes de portais educativos e o financiamento da educação.
Além disso, a Conferência, que será realizada na cidade de Valparaíso, entre os dias 23 e 24 de julho, servirá para estabelecer importantes espaços de cooperação, intercâmbio e transferência de experiências.
A ministra da Educação chilena e anfitriã da reunião, Yasna Provoste, destacou, na última sexta-feira, que "esta é uma oportunidade de reunir distintas opiniões e olhares de países que tiveram importantes avanços no tema educacional, como Espanha, México e Colômbia".
Provoste destacou ainda que serão abordados durante a conferência temas como a preservação e difusão da identidade e cultura dos povos indígenas.
"O Chile tem muito para aprender com políticas educativas como as que se desenvolvem no Peru e na Bolívia; mas também podemos passar nossa experiência", assinalou a ministra.
Esta Conferência faz parte das reuniões preparatórias para a XVII Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo, que acontecerá em Santiago do Chile, em novembro.
A reunião contará com a participação de ministros e delegados de Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Espanha e México, entre outros, assim como representantes de organismos internacionais, como o secretário-geral da Organização de Estados Ibero-americanos (OEI), Álvaro Marchesi. (EFE)
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Bolivia acelera proceso para declararse en diciembre territorio libre de analfabetismo
A un año y 14 meses del Programa Nacional de Alfabetización, 150.000 personas fueron alfabetizadas, 331.763 iletrados todavía pasan clases en 19.539 puntos de alfabetización en castellano, aymara y quechua con el apoyo de centenares de facilitadores bolivianos, pedagogos cubanos y venezolanos, además con la paulatina incorporación de profesores bolivianos, tanto urbanos como rurales.
Según el Ministerio de Educación y Culturas, la campaña de alfabetización avanzó en 40 por ciento en el país, entre alfabetizados e iletrados que aún pasan clases, proceso que seguirá hasta erradicar el analfabetismo este 2007. Bolivia se convertirá en el tercer país de América Latina en alcanzar dicha meta, después de Cuba y Venezuela.Para las autoridades educativas, este año tiene que ser el fin de la ignorancia en Bolivia. La meta es viable, sobre todo por la masiva incorporación de los maestros, instituciones sociales y movimientos populares del país, junto con la decidida colaboración de los asesores cubanos y venezolanos.
La campaña de alfabetización en Bolivia se inició en marzo del 2006, a partir del método cubano "Yo, sí puedo", con el objetivo de sacar de la ignorancia en el menor tiempo posible al 1.200.000 iletrados censados en un inicio.
El método cubano consiste en la asociación de las letras con números, partiendo del conocimiento que tienen los analfabetos adultos de los números.
Por ejemplo: a con 1, e-2, c-3, d-4, e-5, b-6, lo que familiariza a los participantes en la construcción de palabras sencillas sobre la base de la relación asociativa o sumatoria de los números.
Conformado por 65 teleclases de media hora de duración cada una, en 17 cassettes VHS. Una teleclase consiste en ver y escuchar en televisión. En cada clase, los participantes, junto a su facilitador, ven una clase de alfabetización en el televisor.
Luego el facilitador refuerza lo visto con ejemplos contextualizados y explicaciones complementarias. La fuerza del mensaje televisivo hace que las clases tengan mayor nivel de aprendizaje en los participantes.
La alfabetización contribuye a elevar la autoestima de los participantes y a fortalecer las relaciones interpersonales.
http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto&j=20070701154023
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Timor-Leste/“Analfabetismo é herança que temos de ultrapassar para o país se desenvolver mais rapidamente”
Primeiro-ministro Estanislau da silva em Metiaut lança campanha nacional de alfabetização
Díli, 28 de Junho de 2007 - O Governo assinalou em Metiaut, Díli , a 1 ª Aula da Campanha Nacional de Alfabetização, que se estende a todo o país com o mote “Sim, eu posso” – “Nunca é tarde para aprender, nunca é tarde para ensinar”.
“A alfabetização de adultos é um projecto nacional de primeira prioridade”, disse o Primeiro-Ministro Engº Estanislau da Silva.
Ivana Belo / unugina2004@yahoo.com / +670 7243559.
Antonio Ramos Andre / antónio.m.andre@gmail.com / +670 7319905
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Brasil / MST lança campanha de alfabetização no campo
O movimento pretende colocar em marcha uma grande jornada para que todos os sem-terra aprendam a ler e escrever, eliminando o analfabetismo nos acampamentos e assentamentos do MST.
"Estamos fazendo o papel do estado brasileiro", afirma a integrante da coordenação do setor de Educação do MST, Cristina Vargas.
Ela acredita que já existe um sentimento de compromisso na base em relação a educação de todos. "Aquele que já é albetizado tem que contribuir para acabar com o analfabetismo no espaço onde vive", afirma.
A campanha se dirige à albetização de jovens, adultos e idosos. A primeira ação é fazer um amplo levantamento para descobrir quantos sem-terra ainda não tiveram acesso à educação.
Segundo Cristina, ao longo da campanha os acampamentos e assentamentos do MST que se tornarem livre do analfabetismo serão identificados de forma simbólica para dar força aos educandos.
No decorrer dos seus 23 anos de história o MST, que vem lutando pela direito a educação em todos os níveis, até agora já alfabetizou mais de 100 mil pessoas. (Vermelho /Fonte: MST /14 junho 2007)