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terça-feira, 29 de julho de 2014

Noam Chomsky, Rigoberta Menchú y otros 62 intelectuales exigen embargo militar a Israel/ The arms trade and Israel's attack on Gaza

22 julio 2014, El Ciudadano http://www.elciudadano.cl (Chile)
18 July 2014, The Guardian (England)

64 intelectuales, entre ellos 7 premios Nobel, piden a todos los países del mundo que apliquen un embargo internacional a las armas de Israel por sus “crímenes de guerra” en la Franja de Gaza.

Adolfo Pérez Esquivel y Rigoberta Menchú

La carta fue publicada por el diario ‘The Guardian‘, en donde figuras públicas como la guatemalteca Rigoberta Menchú o el argentino Adolfo Pérez Esquivel, ganadores del Nobel de la Paz, lamentan que Israel haya desatado “una vez más toda la fuerza de su Ejército contra la población palestina”.

Los firmantes de la carta exigen un embargo militar inmediato a Israel por su ofensiva en la Franja de Gaza.

“Hacemos un llamado a las Naciones Unidas y a los gobiernos de todo el mundo a tomar medidas inmediatas para aplicar a Israel un embargo militar integral y legalmente vinculante, similar al impuesto a Sudáfrica durante el apartheid,” señala el comunicado.

Entre los firmantes se encuentra el Premio Nobel de la Paz de la Argentina, Adolfo Pérez Esquivel, así como sus colegas Desmond Tutu, de Sudáfrica, Rigoberta Menchú, de Guatemala, Mairead Maguire, de Irlanda, Jody Williams, de Estados Unidos, y Betty Williams, de Irlanda del Norte.

“Israel ha desatado una vez más toda la fuerza de su ejército contra la población palestina cautiva –arranca el texto–, sobre todo en la sitiada Franja de Gaza, en un acto inhumano e ilegal de agresión militar. El actual ataque de Israel contra Gaza

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Ato de intelectuais do Brasil pedirá cessar-fogo em Gaza

12 janeiro 2009/Agência Estado

Com 905 mortos e 4 mil feridos até hoje, o conflito na Faixa de Gaza será debatido amanhã por intelectuais, políticos e defensores dos direitos humanos, que lançarão o Manifesto pela Paz e o Diálogo em Gaza. O ato, a ser realizado a partir das 14 horas no Memorial da América Latina, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, será promovido pela Comissão Teotônio Vilela de Direitos Humanos (CTV), instituição que luta contra violações praticadas por representantes do Estado encarregados do controle da violência.
A declaração pública, que será aberta a adesões, reivindicará do governo brasileiro que defenda a visita imediata à região do relator para a Situação de Direitos Humanos nos Territórios Palestinos no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), Richard Falk. O País faz parte do conselho. A CTV "crê ser oportuno o apoio da sociedade civil brasileira ao cessar-fogo, à proteção das populações civis e ao acesso à ajuda humanitária, essenciais à retomada do diálogo na região".
Confirmaram presença no ato o chefe da Divisão de Temas Sociais do Ministério das Relações Exteriores, José de Albuquerque e Silva; o professor, jurista e ativista da área de direitos humanos Fábio Comparato, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP); o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa de São Paulo, José Cândido (PT); e a cientista política Maria Victoria Benevides, professora da Faculdade de Educação da USP (Feusp).
Hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o País quer participar, de forma ativa, dos debates sobre a ofensiva israelense para que se possa achar "o caminho da paz" na região. Lula voltou a pedir uma conversação de urgência com vários países para discutir o conflito. Ontem, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, encontrou-se com o presidente da Síria, Bachar Al-Assad, em Damasco.