Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Prospecção de carvão no Médio Zambeze, Moçambique, reservada a nacionais
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Gabinete do Plano do Zambeze recebe financiamento do EXIMBANK da China para investimento em cereais em Moçambique
Um comunicado do GPZ refere que 20 milhões do crédito chinês serão destinados à importação de equipamentos agrícolas nomeadamente tractores, motocultivadoras e camiões que serão depois vendidos pela empresa SOVALE onde participa o GPZ e a SOGIR (empresa detida parcialmente pelo GPZ).
Os restantes 30 milhões de dólares do financiamento serão destinados a três unidades industriais localizadas em Tete, Zambézia e Manica, centro de Moçambique.
Em 2010 será instalada em Ulonguè, na província de Tete, uma unidade industrial com caacidade de processamento de 25.000 toneladas de milho e uma linha de processamento de trigo.
Na província da Zambézia, em Namacurra, em 2010 será instalada uma unidade de processamento de 25 .000 toneladas de arroz e na província de Manica, em Guro , o GPZ vai instalar uma unidade de processamento de 10.000 toneladas de algodão
O governo de Moçambique está a construir seis silos de cereais na cidade de Tete com capacidade para 50 mil toneladas, e um outro em Angónia também na mesma província.
Ainda segundo as autoridades agrícolas da zona o governo irá ainda investir 15 milhões de dólares numa fábrica de de processamento de cereais nos arredores de Tete. (macauhub)
terça-feira, 29 de julho de 2008
Moçambique/Região austral busca acordo de partilha do rio Zambeze
Maputo, Moçambique, 28 julho 2008 - Funcionários superiores de alguns países da região austral de África estiveram reunidos sexta-feira em Maputo em busca de um acordo de partilha do rio Zambeze, informou o jornal Notícias, de Maputo.
O diário acrescenta que um entendimento de partilha daquele recurso já deveria ter sido assinado no ano passado, mas as partes não chegaram a entendimento sobre questões cruciais, nomeadamente sobre a satisfação de interesses particulares dos países.
De acordo com o director nacional de Águas, Julião Alferes, países como o Zimbabwe e a Zâmbia têm dificuldades para avançar para a assinatura de protocolos regionais de partilha do Zambeze, porque não concluíram ainda as estratégias e planos nacionais de gestão de recursos hídricos e não podem, assim, ratificar sem ter a certeza de que os seus interesses estão bem defendidos.
Julião Alferes disse ainda que já existe um protocolo assinado pelos países que partilham a bacia para a criação da Comissão da Bacia do Zambeze (Zamcom), que teria como missão zelar pelos interesses dos países na exploração, uso e planeamento dos recursos daquele rio.
As discussões sobre o assunto já se arrastam há algum tempo e inicialmente alguns apareciam a dizer que a água é “gerada” nos seus países e, por isso, têm direito a maior quantidade, enquanto que outros reclamavam a necessidade de troca de dados sobre mitigação de cheias e secas, da disponibilidade de água para irrigação, produção de energia, etc.
No encontro de sexta-feira as partes assumiram o compromisso de avançar rapidamente para a operacionalização da Zamcom.
“Estes processos levam algum tempo. No nosso caso particular, temos grandes interesses. Estamos a jusante, pretendemos um desenvolvimento rápido da bacia do Zambeze quer na agricultura, quer na produção de energia, infra-estruturas que não podem ser construídas sem atender à situação do uso de recursos, para além de sofremos frequentes cheias”, disse Julião Alferes. (macauhub)