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sábado, 12 de março de 2016

Brasil/CARTA ABERTA AO JUIZ MORO



8 março 2016, http://cartamaior.com.br Carta Maior (Brasil)

Fórum21: Idéias Para o Avanço Social

Como a dita grande imprensa, notoriamente aquela que opera pela deposição do governo Dilma, sabe de todas as ações com antecedência?

Prezado Juiz Sérgio Moro,

À delicada situação política e econômica vivida pelo Brasil acrescenta-se agora uma espiral de  insegurança jurídica, conforme a percepção de um leque ecumênico de respeitáveis vozes do Direito, a exemplo de Marco Aurélio Mello, Fábio Konder Comparato e Celso Bandeira de Mello.

Os acontecimentos da última sexta-feira, 4 de março, envolvendo um ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e um nebuloso convite para depor, ameaçam empurrar essa percepção de insegurança para uma situação de fato, de consequências imprevisíveis num ambiente político por si só já polarizado e de crispação ascendente das ruas.

Manifestações previstas para esta semana impõem a autoridades de diferentes esferas, e sobretudo às envolvidas diretamente nos processos que dividem a opinião pública, uma postura serena, responsável e equidistante. 

Nesse sentido, faz-se necessário um esclarecimento límpido e transparente, de quem de direito, sobre a condução das investigações em curso, envolvendo o ex-presidente Lula.

Listamos abaixo algumas questões que têm sido objeto de polêmica em relação ao episódio da última sexta-feira, e cujo esclarecimento

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Angola/O NOSSO DITO E O FEITO DELES

30 Novembro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

O Ministério Público em Portugal alimentou na comunicação social portuguesa autênticos julgamentos populares a titulares de órgãos de soberania angolanos.

Na altura reagimos indignados a manchetes mentirosas, notícias fabricadas e à mais abjecta manipulação da opinião pública portuguesa. As elites portuguesas corruptas e ignorantes  acusaram-nos de pôr em causa as relações entre os dois países. Como se a indignação fosse crime e as grosseiras violações do segredo de justiça fossem virtudes.

O Vice-Presidente da República, vários ministros, oficiais generais e até o Procurador-Geral da República foram vítimas de fugas de informação cirúrgicas, da exclusiva responsabilidade de Joana Marques Vidal e magistrados do Ministério Público, empenhados em fazer um ajuste de contas com a descolonização e as conquistas do 25 de Abril. Não nos calámos. Denunciámos sem ambiguidades os graves crimes que agentes da Justiça Portuguesa estavam a cometer contra