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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Brasil/Janot recebe representação contra Cunha na terça; leia o documento

Demorou de quarta-feira da semana passada até o último sábado para que vários e importantes juristas escrevessem pedido ao procurador-geral da República, doutor Rodrigo Janot, para que promova medidas judiciais e/ou administrativas cabíveis ao afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.
Ao longo dos últimos dias, o Blog da Cidadania dedicou-se exclusivamente a colher “assinaturas” virtuais de leitores ao documento reproduzido abaixo. Até o momento em que este post está sendo publicado, quase 1,7 mil cidadãos brasileiros manifestaram intenção de figurarem como signatários.
Na próxima terça-feira, 15 de dezembro de 2015, o autor desta página viajará a Brasília para fazer a entrega formal desta representação em nome de todos os que a endossaram.
O procurador-geral da República se dispôs a receber o documento e, assim, este Blog conclama leitores residentes na Capital Federal que queiram acompanhar a entrega a deixarem comentário abaixo manifestando essa intenção. Quem o fizer, receberá e-mail informando hora e local de encontro.
Mais não é necessário dizer. Daqui em diante,

Brasil/Professores da Unicamp divulgam Moção de Repúdio ao impeachment

14 dezembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil) 

A diretoria da Associação dos Docentes da Unicamp (ADunicamp) se posicionou publicamente contra a abertura, na Câmara Federal, do processo de impeachment da presidenta Dilma Roussef, com a divulgação esta semana da “Moção pela institucionalidade democrática”.  

Na moção, a diretoria da ADunicamp questiona a legitimidade dos autores e a forma como foi deflagrado o processo de impeachment: “Na condição de Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha utiliza a ameaça de impeachment como chantagem expressa para evitar seu próprio julgamento no Conselho de Ética, onde há acusações sólidas e provas contundentes que o desmoralizam por completo. Cunha não tem legitimidade sequer para seguir como deputado”, diz a moção. 

A moção faz duras críticas à política econômica de Dilma, mas argumenta que eles não podem ser o motivo para uma quebra institucional de tal magnitude e gravidade. 

“É importante ressaltar que o Governo Federal