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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Portugal/OS MEDIA E A TELEVISÃO PORTUGUESA DESMASCARADOS POR UM EX OFICIAL DOS COMANDOS



11 agosto 2016, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Neste artigo, o coronel Carlos de Matos Gomes (reformado) que combateu como oficial dos Comandos na guerra colonial em Angola, na Guiné Bissau e em Moçambique arranca a mascara aos media e à televisão portuguesa.

Para que servem as primeiras páginas dos jornais e os grandes casos dos noticiários das TV?

Se pensarmos no que as primeiras páginas e as aberturas dos telejornais nos disseram enquanto decorriam as traficâncias que iriam dar origem aos casos do BPN, do BPP, dos submarinos, das PPP, dos SWAPs, da dívida, e agora do Espírito Santo, é fácil concluir

segunda-feira, 28 de abril de 2014

O 25 DE ABRIL E O DIREITO À REBELIÃ0

25 abril 2014,ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Acredito que as sementes de Abril germinarão após a sua longa hibernação. Os trabalhadores não esqueceram as prodigiosas conquistas da geração revolucionária, nos dias em que Álvaro Cunhal e Vasco Gonçalves -- dois grandes portugueses do século XX - deram uma contribuição fundamental para o avanço da revolução democrática e nacional. A maré da resistência enche a cada semana.

Transcorreram 40 anos desde o 25 de Abril de 1974.

O povo português festejará hoje em todo o país o aniversário do derrubamento do fascismo.

O golpe militar daquela madrugada foi concebido para pôr fim à guerra colonial. Mas a participação torrencial do povo alterou em poucas horas o rumo e o objetivo do movimento. As massas, tomando as ruas, empurraram os capitães de Abril para uma revolução na qual a aliança Povo-MFA desempenhou papel decisivo.

Foi uma revolução diferente de tudo o que se conhecia. Em 18 meses, no contexto de uma luta de classes exacerbada, permanente, Portugal avançou mais na História do que nos três séculos anteriores. Não há precedente na Europa Ocidental desde a Comuna de Paris para conquistas sociais tão importantes como as da breve Revolução de Abril. Reforma Agrária tão ambiciosa não acontecera antes.

Até onde iria essa revolução?

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Brasília vê lançamento de livro sobre Revolução dos Cravos

Brasília, 28 agosto 2007 - O cientista político brasileiro Walder de Góes lança nesta quarta-feira, na embaixada de Portugal em Brasília, o livro "Revolução em Portugal", da editora Universidade de Brasília (UnB).


"O livro é, sobretudo, um relato de como a sociedade portuguesa experimentou cotidianamente o processo revolucionário", afirmou Góes à Agência Lusa.


O autor reuniu no livro de 355 páginas os artigos e ensaios que escreveu na época em que viveu em Portugal como correspondente do Jornal do Brasil (1974-1975).


Segundo Walder de Góes, pouco foi ainda escrito sobre a "Revolução dos Cravos", que é desconhecida no Brasil. "Espanta-me o desconhecimento absoluto no Brasil da Revolução em Portugal, que foi a maior da Europa do ponto de vista da duração - 19 meses", assinalou Góes, que também tem interesse em lançar a obra em Portugal.


Na avaliação do cientista político, a revolução portuguesa de 1974 não foi universalista, como a francesa e a russa, mas teve semelhanças com esta última.


Tanto na Rússia, em 1917, como em Portugal, em 1974, houve uma absoluta destruição do sistema político preexistente e foi mesmo preciso construir uma nova ordem, explicou Góes.


"Em Portugal, a queda do salazarismo, em 25 de abril de 1974, foi um golpe de Estado tão clássico quanto o russo. Assim como na Rússia, nada do sistema político preexistente sobreviveu. Portugal passou a experimentar um processo irreversível de modernização".


Góes considera como fatores determinantes da "Revolução dos Cravos" o autoritarismo obsoleto do regime salazarista e a guerra colonial, também obsoleta e, afinal, perdida.


O cientista político lembra ainda no livro que foi em Portugal, naquele momento, que os Estados Unidos inauguraram uma nova estratégia mundial.


Os norte-americanos, que financiavam grupos de extrema-direita no âmbito da Guerra Fria, mudaram de estratégia e passaram a apoiar o Partido Socialista para conter o avanço dos comunistas.

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