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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Brasil/Pesquisadora que criticou PEC dos gastos deixa Ipea

13 outubro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

 

Depois do golpe, o combate às opiniões divergentes. A BBC divulgou nesta quinta (13) que Fabiola Vieira, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e coautora de um artigo que aponta impactos negativos da PEC 241, pediu exoneração do cargo de coordenadora da área de Saúde da instituição. O fato ocorre dois dias após o presidente do órgão vinculado à pasta do Planejamento, Ernesto Lozardo, divulgar nota contestando o estudo e defendendo a proposta do governo federal.


O Ipea informou que o pedido de afastamento partiu da própria funcionária, mas, segundo a reportagem da BBC, “o gesto foi visto com surpresa por parte dos servidores da instituição, que classificaram a exoneração como fruto de ‘pressão interna’ e ‘intimidação’”. 

A 
nota técnica, assinada por Fabiola Vieira e Rodrigo Benevides em setembro, aponta que, caso seja aprovada, a PEC que fixa um teto para os gastos públicos vai retirar recursos da saúde. Em uma área já

terça-feira, 26 de abril de 2016

Espanha/Juiz espanhol Baltasar Garzón denuncia golpe no Brasil



24 abril 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)


Juiz Baltasar Garzón, que prendeu o ditador chileno Augusto Pinochet e se tornou tão conhecido na Europa como Sergio Moro no Brasil, demonstra em artigo indignação com o que está acontecendo com a democracia brasileira; segundo ele, "a luta contra a corrupção é vital e deve ser prioritária em qualquer democracia, mas é preciso estar atento aos interesses daqueles que pretendem se beneficiar da 'cegueira' que supõe a luta em si mesma"; o jurista diz ainda ser "capaz de perceber o espetáculo oferecido pelo procedimento de juízo político que está em curso contra a Presidenta Dilma Rousseff e que guarda semelhanças com outros que foram vivenciados por países como Paraguai e Honduras"

ÉTICA POLÍTICA E JUSTIÇA NO BRASIL

Por Baltasar Garzón Real, jurista, magistrado e advogado espanhol

Partindo da consciência crítica de quem pertence a um país que em algum momento histórico exerceu o férreo poder do colonialismo atualmente em debate entre mil contradições e contrariedades, mas também partindo da firmeza democrática e da convicção de defender valores universais como justiça, liberdade e democracia, quero compartilhar com vocês meus sentimentos e algumas reflexões que tenho feito diante da difícil situação que vive institucionalmente o Brasil.

Sinto profundo pesar em observar que pessoas que são referências da boa política, defensores dos direitos sociais, de trabalhadores e daqueles que são os elos mais fracos da cadeia humana estão na mira das corporações que, insensíveis aos sentimentos dos povos, estão dispostas a eliminar todos os obstáculos que se lhes apresentem para consolidar posição de privilégio e controle econômico sobre

sábado, 12 de setembro de 2015

O BRASIL TEM OS BRAÇOS ABERTOS PARA ACOLHER REFUGIADOS, afirma Dilma

10 setembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil. Artigo publicado originalmente no site do PT sob o título “Os refugiados e a esperança”

A crise dos refugiados do Oriente Médio e do norte da África, que assumiu contornos dramáticos nos últimos dias, arrasta-se há mais de quatro anos, especialmente a partir do início da guerra civil na Síria e da intervenção militar na Líbia.

A terrível foto de um menino de três anos de idade, Aylan Kurdi, morto em uma praia turca, ou a macabra descoberta de 71 homens, mulheres e crianças asfixiados em um caminhão numa estrada da Áustria são exemplos de uma tragédia de terríveis proporções e impõem desafios para toda a humanidade.

O conflito sírio já provocou a morte de mais de 240 mil pessoas, 4 milhões de refugiados – a maior parte em países vizinhos – e 8 milhões de deslocados internamente. É revoltante assistir à destruição humana e material da Síria e dos países contíguos, incluindo obras do patrimônio da humanidade.

O Iraque e a Síria se transformaram em base para grupos criminosos, como o autodenominado Estado Islâmico, que semeiam o terror entre populações golpeadas por guerras que destruíram seus Estados nacionais. Esses grupos realizam assassinatos em massa, recrutam