23 outubro 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br
(Brasil)
Jeff Brown, All China Review
http://www.allchinareview.com/so-called-communist-china/
Apesar de, para o império ocidental, não
haver democracia na China, o comunismo está funcionando muito bem nessa
sociedade. O artigo discute como os avanços socioeconômicos e geopolíticos da
China desde 1949 podem ser atribuídos àquela versão única de democracia que os
chineses construíram.
Em meados dos anos 1930s, a China estava
sendo dilacerada entre quatro forças opostas entre elas. Uma, o Exército
Vermelho comunista comandado por Mao Zedong. Outra, os fascistas japoneses e
seu Exército Imperial. Uma terceira, os Nacionalistas do Kuomintang, abreviado
“KMT” em inglês, comandados por Chiang Kai-Shek. O quarto grupo eram todos os
colonialistas ocidentais – imperialistas, é claro, que se bajulavam uns os
outros com o rótulo pretensioso de “Grandes Potências”.
As coisas não estavam andando conforme
planejado, para o império ocidental. Apoiavam, fizesse chuva fizesse sol,
Chiang Kai-Shek (que adorava ser chamado de “Generalíssimo”, mas que os
funcionários dos EUA chamavam, zombeteiros, pelas costas, de “Peanut”) para
fazer dele o futuro líder da China pós-guerra. O plano do ‘ocidente’ era pôr
Chiang como chefe fantoche da China pós-guerra, nos moldes do ditador de Cuba,
Fulgencio Batista, sempre sob a falsa bandeira de algum tipo de “democracia
ocidental”. E o ocidente parecia mais
