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terça-feira, 23 de julho de 2019

BRICS/Foreign Minister Sergey Lavrov’s interview with the newspaper Argumenty i Fakty


published on July 17, 2019, The Ministry of Foreign Affairs of the Russian Federation http://www.mid.ru/en http://www.mid.ru/en_GB/foreign_policy/news/-/asset_publisher/cKNonkJE02Bw/content/id/3728033?p_p_id=101_INSTANCE_cKNonkJE02Bw&_101_INSTANCE_cKNonkJE02Bw_languageId=en_GB

Question: Can an improvement in the relations with the United States be expected in the near future?

Sergey Lavrov: An improvement will hardly materialise any time soon, since it is anything but easy to sort out the mess that our relations are in, which is not our fault. After all, bilateral relations require reciprocal efforts. We have to meet each other half way.

Russia is ready to move in this direction, as we have said on a number of occasions. We proceed from the premise that Russia and the United States bear special responsibility. We are the two largest nuclear powers, the founding members of the United Nations and permanent members of its Security Council. Cooperation between our two countries is key to ensuring stability and predictability in international affairs. However, not everything depends on us. It takes two to tango, as the saying goes.

The situation is quite complicated on the American side. On the one hand, President Donald Trump talks about seeking to be on good terms with Russia, but this attitude is far from prevalent in Washington. We see this in unfriendly steps, such as various groundless accusations Russia faces, imposing financial and economic sanctions, seizing diplomatic property, kidnapping Russian nationals in third countries, opposing Russia’s foreign policy interests, as well as attempts to

domingo, 18 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС/DEEM BOM-DIA AOS MEUS MÍSSEIS CRUZADORES

14 outubro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Pepe Escobar
Asia Times, 12/10/2015

O Novo Grande Jogo na Eurásia avançou saltos e saltos semana passada, depois que a Rússia disparou 26 mísseis cruzadores, do Mar Cáspio, contra 11 alvos no ISIS/ISIL/Daesh por toda a Síria e destruiu todos. Esses ataques do mar foram a primeira vez, que se saiba, em que foram usados operacionalmente os mísseis cruzadores estado-da-arte SSN-30A Kalibr.

O Pentágono só pôde mesmo lançar olhar enviesado, sobre o ombro, acompanhando o voo dos mísseis Kalibr -- que acertam alvos localizados a 1.500km de distância. Aí está. Mensagem curta, clara, compacta de Moscou, dirigida ao Pentágono e à OTAN. Querem meter-se conosco, caras? Talvez, quem sabe, com aqueles porta-aviões enormes e pesadões?

Mais que isso, além de implantar o que é uma zona de exclusão aéreade facto sobre a Síria e o sul da Turquia, o cruzador Moskva, da Marinha Russa, que transporta 64 mísseis S-300 mar-ar, está agora ancorado em Latakia.

As proverbiais fontes anônimas nos EUA entraram em surto de hiperatividade, espalhando 'noticiário' segundo o qual os russos tiveram quatro mísseis que 'perderam o rumo' e caíram no Irã. O Alto Comando da Rússia riu delas: todos os mísseis atingiram o alvo, dentro do raio previsto de 2,40m em torno do ponto demarcado.

O Pentágono nem sabia que o Kalibr pode ser disparado de