Mostrando postagens com marcador Saul Leblon. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saul Leblon. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de abril de 2016

Brasil/OS ANTECEDENTES DA TORMENTA INDICAM POR ONDE RECOMEÇAR



19 abril 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Saul Leblon, Jornalista

Um golpe não começa na véspera; tampouco tem desdobramentos plenamente identificáveis na manhã seguinte.

Uma derrota progressista pode ser devastadora para o destino de uma nação, a sorte do seu povo e a qualidade do seu desenvolvimento.

Mas a resistência que engendra pode inaugurar um novo marco de consciência política.

Pode redefinir a correlação de forças, as formas de luta e de organização e coloca-las num patamar mais avançado, mas não menos abrangente.

Apesar dos votos dedicados à família, a Deus e até a um torturador – Bolsonaro ofereceu sua escolha a Brilhante Ustra e ao golpe de 64 – a transparência da história pulsou forte no Brasil nesta noite de 17 de abril de 2016.

Guardadas sóbrias exceções, os que condenaram Dilma filiam-se a agendas e

quinta-feira, 24 de março de 2016

Brasil/TEORI NÃO SE ACOELHOU: O FASCISMO ATACA SUA FAMÍLIA



23 março 2016, Carta Maior EDITORIAL http://cartamaior.com.br (Brasil)



por: Saul Leblon

Insultaram Dilma, depois Mantega, em seguida o ex-ministro Padilha, Lula, Jacques Wagner e agora o filho de um ministro do STF, Teori Zavascki.

Nazistas marcavam as casas dos judeus com uma estrela de David; era a senha: ali seriam colhidas as vítimas para os campos de concentração, seus bens seriam pilhados, a casa expropriada, sua existência física e civil dissolvida no estado de exceção.

Hoje o método eletrônico é mais eficaz e fulminante:  fornece-se o endereço das vítimas na rede  -- como fez o roqueiro Lobão com o filho do Ministro do STF, Teori Zavascki, que teve a sua casa cercada por bandos raivosos nesta noite de terça-feira.

Ato contínuo, milícias cevadas diuturnamente pelo ódio midiático destilado contra o PT, os partidos, a política e, portanto, o Estado de Direito, as garantias individuais e a democracia, saem sedentas de tacape nas mãos para fazer o que é preciso.
  
Seguem o exemplo de

quarta-feira, 16 de março de 2016

Brasil/LULA MINISTRO DA ESPERANÇA: MAIS DEMOCRACIA COM DESENVOLVIMENTO



13 março 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

 

por: Saul Leblon

Duas tentativas seguidas de prender Lula em um intervalo de menos de uma semana (Moro, em 04-03; Conserino, em 10-03).

Invasão de uma plenária do PT no sindicato dos metalúrgicos de Diadema nesta 6ª feira, 11/03, por destacamento da PM fortemente armado.

Ataques com pichações nas sedes da UNE e do PCdoB.

Ataques a sites progressistas, tirando-os do ar, a exemplo do que ocorreu com a página de Carta Maior e do site Vermelho.org (do PCdoB) desde a madrugada deste domingo estendendo-se ao longo de quase todo o dia.

Editoriais de órgãos de imprensa, a exemplo do Estadão, mimetizando o ‘Basta’ do Correio da Manhã, de 31 de março de 1964.

Engajamento de entidades empresariais convocando marchas pelo golpe nas grandes capitais do país neste domingo…

Manifestação monstro da classe média  na Paulista, ocupada, segundo o Datafolha, por 77% de brancos c/ curso superior, sendo 37% c/ renda acima de 10 salários, incluindo-se 12% de empresários e apenas  5% de jovens com idade entre 21 e 25 anos, o que depõe contra

quinta-feira, 10 de março de 2016

Brasil/PELOTÃO DA AERONÁUTICA IMPEDIU O SEQUESTRO POLÍTICO DE LULA?



9 março 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

O Congresso tem a obrigação de esclarecer os fatos que ocorreram no Aeroporto de Congonhas para abortar a tentativa de golpe de qualquer aventureiro.

por Saul Leblon

Carta Maior relutou em transcrever o relato de autoria de Jari Mauricio da Rocha (leia a íntegra nesta pág.) que lança uma luz sobre o elo que faltava no episódio de condução do ex-presidente Lula ao aeroporto de Congonhas pela PF, em 04/03, a mando dos procuradores da Lava Jato.

Não convenceu a ninguém a justificativa para a escolha do local  inusitado  –‘melhor para a segurança do próprio Presidente’, disseram policiais  não fardados que o levaram de sua casa, em São Bernardo, na manhã do dia quatro de março.

A opacidade dos movimentos, ademais do seu arbítrio exclamado, como denunciou um ministro do STF, ganharia cores alarmantes com a informação de que uma aeronave, pronta para decolar rumo a Curitiba, aguardava desde cedo em um hangar de Congonhas.

Retirado de sua casa, como foi, com a desculpa de um depoimento em local seguro, e de lá forçado a embarcar para Curitiba, Lula já não seria mais um ex-presidente constrangido.

Seria vítima de um sequestro político.

Por que,

domingo, 6 de dezembro de 2015

Brasil/REDE DA DIGNIDADE CONTRA O GOLPE E A VIGARICE

3 dezembro 2015, Carta Maior EDITORIAL http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

por: Saul Leblon

O governo, emparedado pela lógica conservadora, paradoxalmente, passou a ter escolhas. Como disse a própria Dilma, 'não era mais possível viver chantageada'.
A história apertou o passo e quando sacode a poeira ela derrama transparência por onde passa.
 
A retaliação de Eduardo Cunha contra o governo e contra o PT guarda semelhanças com uma cena recorrente da crônica policial.
 
Enredado em evidências grotescas de ilícitos e falcatruas, o presidente da Câmara sacou um processo de impeachment contra a Presidenta Dilma, depois que o PT –graças à corajosa decisão de seu presidente, Rui Falcão, determinou que o partido não acobertasse o delinquente no Conselho de Ética.
 
Cunha age como o sequestrador que saca o revólver e o coloca na cabeça do refém, exigindo salvo conduto para si e para o malote de dinheiro.
 
Eduardo Cunha aposta que os comparsas do lado de