Mostrando postagens com marcador SWIFT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SWIFT. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de maio de 2016

BRASIL: O IMPÉRIO DO CAOS ATACA OUTRA VEZ


2 maio 2016, Resistir.info http://resistir.info  (Portugal)

O original encontra-se em www.strategic-culture.org/...

Pepe Escobar*


Logo depois de a moção de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff ter sido aprovada no Congresso brasileiro, no que denominei Guerra híbrida das hienas , o ansioso para ser presidente Michel "Brutus" Temer, um dos articuladores do golpe, despachou um senador para Washington como garoto de recados especial a fim de dar notícias do golpe em curso. O senador em causa não ia em missão oficial do Comité de Relações Exteriores do Senado.
 
Brutus Temer estava alarmado pela reacção global dos media, os quais estão progressivamente a interpretar o que ele está a fazer – aliado a Brutus Dois, o notoriamente corrupto líder da câmara baixa Eduardo Cunha – como aquilo que realmente é: um golpe.

A missão do senador, alegadamente, era lançar uma ofensiva de RP a fim de contrariar a narrativa do golpe, a qual, segundo Brutus Um, "desmoralizava instituições brasileiras".

Asneirada. O senador garoto de recados foi enviado para contar ao Departamento de Estado dos EUA que tudo estava processar-se de acordo com

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

BRICS, БРИКС/Finanças globais: a China bate à porta

7 agosto 2015, Opera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Antonio Martins, Outras Palavras

Pequim quer converter sua moeda, o Yuan, num rival para o dólar. Isso sacudiria a ordem financeira e geopolítica mundial  

Foi um empate. Pressionado há meses pela China, para que dê ao yuan status semelhante ao do dólar, euro, libra (inglesa) e iene (japonês), o Fundo Monetário Internacional (FMI) adiou a decisão. Por ora, a divisa chinesa não fará parte da cesta de moedas em que se baseiam os Direitos Especiais de Saque (SDR, em inglês), a principal referência monetária adotada pelo Fundo. Mas ao anunciar a decisão, o Comitê Executivo do Fundo decidiu, ao mesmo tempo, antecipar para 2016 uma nova reunião que decidirá sobre a composição dos SDR. Em condições normais, ela só ocorreria em 2022.

Está em jogo é muito mais que um reconhecimento formal. A importância do yuan como moeda internacional cresce aceleradamente desde 2009, quando a Pequim decidiu empenhar-se empenhar-se nesse sentido. À época, a China já era a segunda maior economia do mundo (ultrapassou os EUA em 2014, segundo certos critérios), mas o uso do yuan era residual.

Reprodução
A ação de Pequim mudou rapidamente o cenário. Hoje, 22% das transações comerciais da China são feitas em sua própria moeda. Como o comércio exterior chinês é o maior do mundo, o yuan

sábado, 23 de maio de 2015

EL MUNDO SE PREPARA PARA EL COLAPSO DEL DÓLAR

28 abril 2015, Barometro Internacional http://barometrointernacional.bligoo.com.ve  (Venezuela)

Por Manuel E. Yepe

MONCADA

Todo el mundo se prepara para hacer frente a un próximo colapso del dólar estadounidense. Los aliados occidentales acuden en masa para unirse al nuevo Banco Asiático para Inversiones en Infraestructura (AIIB, por sus siglas en ingles) en tanto Estados Unidos y el Banco Mundial, desde el banquillo de los acusados donde está sentado, les habla de gobernanza financiera “adecuada”. Estados Unidos ha instado a sus aliados a pensarlo dos veces antes de firmar con un nuevo banco de desarrollo asiático liderado por China, que Washington considera rival del Banco Mundial, luego que Alemania, Francia e Italia anunciaron su intención de incorporarse siguiendo el ejemplo de Gran Bretaña.

La intensión concertada de tan importantes los aliados de Estados Unidos de participar en un proyecto de Beijing con alcance económico de buque insignia fue un golpe diplomático a Estados Unidos y a sus esfuerzos por contrarrestar el rápido crecimiento económico y diplomático de China.

La participación de estas potencias europeas expresa un afán por colaborar con la economía de la República Popular China, la segunda mayor del mundo, y tiene mayor significación porque

sábado, 21 de março de 2015

COMO O MERCOSUL E A UNIÃO EURO-ASIÁTICA DESAFIAM OS ESTADOS UNIDOS E A HEGEMONIA DO DÓLAR

17 março 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

A associação estratégica entre Mercosul e União Euro-asiática surge como mecanismo decisivo na construção de uma ordem mundial multipolar.


Ariel Noyola Rodríguez

Diante da ofensiva imperial empreendida por Washington contra a Rússia e os governos eleitos democraticamente na América Latina, a associação estratégica entre Mercosul e União Euro-asiática surge como mecanismo decisivo na defesa da soberania e na construção de uma ordem mundial multipolar, cada vez mais longe da órbita do dólar e menos centrado na economia dos Estados Unidos.

As estratégias de contenção econômicas promovidas por Washington contra Moscou e Caracas precipitaram a reconfiguração de alianças no sistema mundial. É que ainda que a Rússia se localizasse geograficamente no hemisfério norte, sua agenda diplomática possui maior vínculo com as economias emergentes. O mesmo acontece em relação aos países da América Latina, a região que, de acordo com o chanceler da Rússia Sergei Lavrov, caminha para se transformar em um pilar fundamental na construção de uma ordem mundial multipolar.


Existe complementariedade econômica no fundamental. As exportações da Rússia para a América Latina

quinta-feira, 19 de março de 2015

BRICS/China completa o novo sistema SWIFT Alternativo, “Eixo da des-dolarização” pode ser lançado em setembro

11 março 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)
9/3/2015, Tyler Durden*Zero Hedge
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu


Uma das ameaças recorrentemente repetidas pelas nações do ocidente em sua guerra (cada dia menos fria) contra a Rússia, é que o regime de Putin pode ser paralisado se for desligado de todas as transações monetárias internacionais e serviços prestados pelo serviço de distribuição de mensagens-moeda e câmbio que tem base na União Europeia conhecido como SWIFT [1] (desligamento que, vale relembrar, a SWIFT lamentou, como se revelou em outubro, quando foi noticiado que a organização “lamenta a pressão” para desconectar a Rússia).

Claro, depois que se soube, revelado em 2013, que ninguém menos que a Agência de Segurança Nacional dos EUA “monitora” secretamente os fluxos de pagamento feitos pela SWIFT, já ninguém pode ter certeza de que “ser desligado” da SWIFT seria castigo ou prêmio. Seja como for, a Rússia não precisou de muitos avisos, e, como noticiamos há menos de um mês, o país já lançou sua própria “SWIFT-alternativa”, conectando, para começar, 91 instituições de crédito.

quinta-feira, 5 de março de 2015

EL YUAN, SEGUNDA MONEDA DE COMERCIO INTERNACIONAL

2 marzo 2015, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)


El comercio internacional en el mundo opera a través de crédito documentario. Históricamente las  monedas líderes de las cartas de créditos fueron el dólar, el euro  y el yen; y el yuan estuvo en cuarto lugar hasta enero del 2012 cuando comenzó a moverse hacia arriba, desplazando primero al yen y luego al Euro como la segunda moneda en la que se confirman más cartas de crédito.  El auge del yuan dista de ser una amenaza para el dólar pero si lo ha sido para el yen y el euro, que verán en el futuro comercio asiático más volumen en la moneda china.  En enero del año 2012, los créditos documentarios en yuanes pesaban el 1.89% del total emitido medidos en valor.  Los yenes pesaban 1.94% y los euros 7.87%.  La moneda líder, el dólar, pesaba 84.96%.  Tres años más tarde  el descenso del dólar a 79.23% ha tenido como contrapartida el aumento del comercio internacional en créditos en yuanes a 9.43%, desplazando al Euro que bajó a 6.74% y al yen que descendió a 1,55% del total del valor de créditos documentarios.

Lo significativo de este auge es la velocidad con la que pasó de 1.89% a 9.43% del total de crédito de comercio en el mundo.  En apenas tres años la participación del comercio con crédito en yuanes se

sábado, 31 de janeiro de 2015

BRICS, БРИКС/RÚSSIA CANSOU-SE DE ESPERAR QUE O OCIDENTE CONTENHA KIEV

25 janeiro 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Alexander Mercouris*Rússia Insider

Houve muitos dias importantes no conflito ucraniano, mas é possível que 23/1/2015 revele-se um dos mais importantes. Nesse dia, reuniu-se o Conselho de Segurança da Federação Russa. É o principal corpo do qual emanam decisões nos campos de política exterior, defesa e segurança. E as reuniões do CSR são presididas pelo Presidente e Comandante-em-Chefe, Vladimir Putin.

Não há transcrição do que foi dito. O que se sabe é que

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/RÚSSIA PODERÁ DISPENSAR A REDE SWIFT

14 novembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)
12/11/2014, Yves Smith*Naked Capitalism

E UTILIZAR OUTRO SISTEMA DE COMUNICAÇÕES/COMPENSAÇÕES INTERNACIONAIS INTERBANCÁRIAS


Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Muitos observadores nos EUA mostraram-se descabidamente excitados sobre o que chamam, pejorativamente, de “esforços para quebrar a hegemonia do dólar”, como, dentre outros, o esforço conjunto dos chamados países BRICS para formar um banco de desenvolvimento.

Por mais que seja considerado importante manter uma cadeia internacional de entidades de financiamento, particularmente as que se focam em atividades que, em teoria, aumentam os benefícios coletivos de depender de uma moeda de reserva, não se pode concluir disso que lançar novas e úteis instituições de financiamento quebrará a dominação do dólar. Por mais que faça todo o sentido que os países se ressintam de os EUA abusarem muito da sua posição de emissor da moeda de reserva, também é verdade que não há concorrente à espera nas coxias. A Eurozona acabou com a chance que tinha, ao fracassar na operação de sanear pelo menos, que fosse, os seus bancos

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

БРИКС, BRICS/EUA-UNIÃO EUROPEIA VERSUS RÚSSIA: “SANÇÕES APRESSAM O PARTO DO MUNDO SEM O OCIDENTE”

21 setembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

Rakesh Krishnan SIMHA*Oriental Review (Índia)
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

As sanções estão empurrando grandes volumes de comércio e finanças para fora das redes tradicionais, enfraquecendo o contraste do ocidente sobre aqueles fluxos.

As sanções ocidentais estão tendo efeito não desejado. Estão acelerando o nascimento de um ecossistema paralelo, no qual os países não aliados do ocidente podem operar, sem estar expostos à constante ameaça de sanções. Livre do controle ocidental, essa plataforma alternativa vai ganhando tração com surpreendente velocidade.

Vale a pena mencionar, de início, que muitas empresas ocidentais estão muito expostas no mercado russo. E a Rússia, por sua vez, é basicamente exportadora de matérias-primas como petróleo, gás, metais e minerais, cuja demanda é hoje muito forte, sobretudo nos impetuosos mercados asiáticos. Resumo da história: enquanto consumidor e bens de capital ocidentais podem ser substituídos por fabricantes asiáticos, as matérias-primas russas são o próprio sangue que mantém vivas as economias da