Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Mercosul, Brasil/Direitos indígenas na Constituição não podem ser alterados, aponta análise jurídica do Cimi sobre PECs 187 e 343
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Wallmapu/Llamado a movilizarse por la vida de la Machi Francisca Linconao
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Chile/Governo chileno continua sem explicar supostos benefícios do Acordo Transpacífico
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Abyayala, Patria Grande/"CONTRA LA BARBARIE CAPITALISTA, POR LA PAZ Y UN MUNDO SIN EXPLOTACIÓN"
INTRODUCCION. CRISIS DEL CAPITALISMO Y CONSECUENCIAS PARA LA CLASE TRABAJADORA
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Bolivia/Presentan anteproyecto de Ley de Consulta Previa, Libre e Informada de carácter vinculante
Explicó que es de carácter vinculante y tiene que ver con el respeto a las diferencias culturales y la necesidad de converger las visiones de desarrollo del Estado y de los pueblos indígenas.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Abya Yala, Patria Grande/DECLARACIÓN DE LA II CUMBRE CONTINENTAL DE COMUNICACIÓN INDÍGENA DEL ABYA YALA
A todos los seres vivos de la Madre Naturaleza
A las hermanas y hermanos indígenas de todo el Abya Yala
A los gobiernos de los Estados nacionales y plurinacionales.
A los organismos internacionales
Desde la tierra de los Ayuujk Jää’y, en el territorio de los nunca conquistados y bajo la protección de las 20 divinidades del Cempoaltépetl, nosotros los comunicadores indígenas del Abya Yala entregamos al mundo nuestra palabra, nuestras reflexiones y nuestro trabajo, construidos durante los días 7 al 13 de octubre del 2013, en un marco de autonomía y respeto a la diversidad de puntos de vista, experiencias y aspiraciones de comunicadores de Uruguay, Argentina, Chile, Brasil, Perú, Bolivia, Ecuador, Colombia, Venezuela, Panamá, Costa Rica, Honduras, Nicaragua, Guatemala, México, Canadá, acompañados solidariamente por comunicadores de Australia, Alemania, Bélgica, España, Francia, Italia, Suiza, un representante del Foro Permanente para las Cuestiones Indígenas y un ex–representante del Mecanismo de Expertos de la Organización de las Naciones Unidas.
DECLARAMOS
Que la II Cumbre Continental de Comunicación Indígena del Abya Yala es
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Brasil/REFORMA AGRÁRIA FAZ SENTIDO? SÓ SE FOR PARA VALER
O centro desse primeiro estirão fala a toda a América Latina. E isso inclui o Brasil.
Seu nome é ‘reforma agrária integral’
Moçambique no estágio internacional sobre políticas de trabalho digno
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Chile/PUEBLO MAPUCHE Y ESTADO CHILENO: LAS CLAVES DEL CONFLICTO
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Guatemala/DECLARACIÓN DEL FORO INDÍGENA DE ABYA YALA*
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
América Latina/LOGRO HISTÓRICO: LA CLASE MEDIA EN AMÉRICA LATINA CRECIÓ UN 50% EN LA ÚLTIMA DÉCADA
terça-feira, 6 de novembro de 2012
OIT: Desemprego na América Latina deve ficar em 6,4%
O
desemprego na América Latina teve redução no primeiro semestre de 2012 como
indicam dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Comissão
Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).
O estudo dos dois órgãos das Nações Unidas aponta tendência positiva no mercado de trabalho, apesar da queda na taxa de crescimento na região - que caiu de 4,3% para 3,2% de 2011 a 2012. De acordo com o documento da OIT e da Cepal, a expansão de 3% do emprego assalariado formal e o aumento de 3% do salário real em 2012 contribuem para as perspectivas positivas, em relação a igual período do ano passado.
“Durante o primeiro semestre de 2012, em muitos países manteve-se a tendência recente de melhora na qualidade do emprego, caracterizada pelo dinamismo da geração de emprego assalariado, significativos aumentos do emprego formal e redução do subemprego”, diz, no prefácio do documento, a secretária executiva da Cepal, Alicia Bárcena, e a diretora regional do escritório da OIT para a América Latina e o Caribe, Elizabeth Tinoco.
Na publicação, destacou-se a persistência de problemas estruturais que afetam a inserção de jovens no mercado de trabalho, como a percepção de que são mão-de-obra secundária, usada para ajustar o mercado em momentos de oscilação da demanda e a falta de políticas públicas e de diálogo social.
Segundo dados da OIT, só nos países do G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo, do qual o Brasil faz parte) há mais de 17,7 milhões de jovens entre 15 e 25 anos sem emprego. Nessa faixa etária, 20,3% das pessoas não estudam ou procuram posto de trabalho – especialmente as mulheres, dedicadas aos serviços domésticos.
“Isto gera problemas, não somente no nível das pessoas e das suas famílias mas, também, representa uma carga para o futuro desenvolvimento social e econômico dos países e, como temos observado em diferentes áreas do mundo, pode gerar fortes conflitos sociais e políticos”, explicaram Alicia e Elizabeth, em nota conjunta.
Para combater os problemas estruturais, a OIT e a Cepal propõem a definição de estratégias de crescimento e de política econômica, de políticas e programas para facilitar a transição entre a escola e o trabalho, de serviços públicos de emprego juvenil, de sistemas de aprendizagem e de capacitação, de iniciativa empresarial, de subsídios salariais e de diálogo social e participação juvenil. (Fonte: Agência Brasil)
Desemprego atinge novo recorde
na eurozona
O índice, que apresenta uma média do desemprego nos diferentes países, abarca uma escala ampla de variação nacional. A Áustria (4,4%), Luxemburgo (5,2%), a Alemanha e a Holanda (ambas com 5,4%) possuem os menores índices do bloco, enquanto a Espanha (25,8%) e a Grécia (25,1%), os maiores.
Apesar da tendência de crescimento, em alguns países da zona do euro o desemprego diminuiu no mês de setembro: na Lituânia, (de 14,7% para 12,9%) e na Estonia (de 11,4% para 10%), por exemplo. O instituto de estatística da União Europeia observou, no entanto, o crescimento do número de desempregados na Grécia (de 17,8% para 25,1%), na Espanha (de 22,4% para 25,8%) e em Portugal (13,1% para 15,7%).
O aumento do desemprego na zona do euro afetou tanto mulheres quanto homens, mas interfere com mais intensidade entre os jovens (com idade abaixo de 25 anos). Cerca de metade da população jovem (23,3%) está sem emprego nesses países, um aumento de 2,2% em comparação ao ano passado.
A principal razão para o crescimento constante do índice de desemprego na zona do euro é a crise econômica pela qual passam os países. (Fonte: Opera Mundi)
quinta-feira, 1 de março de 2012
REPUDIO A LA DOCTRINA UTILIZADA CONTRA LOS PUEBLOS INDÍGENAS
"¿Son quinientos siete años demasiado tiempo para la justicia?" (Artículo de la revista ECHOES, 1999, en inglés)
Autocomprensión cristiana en el contexto de las religiones indígenas (Comunicado de Prensa del CMI del 14 de febrero de 2012)
Programa del CMI: Solidaridad con los pueblos indígenas
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Chile/Camila Vallejo denuncia governo Piñera por criminalização das marchas estudantis
A alta representante da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay e o diretor geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Juan Somavia, receberam na sede da ONU, em Genebra, Suíça, Camila Vallejo, a carismática dirigente estudantil hoje vice-presidenta da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (Fech), Karol Cariola, secretária geral das Juventudes Comunistas do Chile e Jorge Murúa, dirigente do Sindicato de Trabalhadores Metalúrgicos. Ao grupo se uniram também os relatores especiais das Nações Unidas para a Educação e a Pobreza Extrema.
Nesse cenário, os três dirigentes denunciaram a vontade do governo de Sebastián Piñera de “criminalizar” os protestos cidadãos através de um projeto de lei do Ministério do Interior, conhecido também como “Lei Hinzpeter”, em alusão ao titular dessa pasta.
Segundo contaram, esta iniciativa legal penaliza com três anos de prisão toda forma de protesto social similar aos que se desenvolveram em 2011, como ocupações de serviços públicos, cortes de trânsito e outras formas de ocupação pacífica. “As penas não são apenas para os que cometem estes atos, mas aos que os convocam”, sustentou Vallejo.
“A repressão não passa só pelo amedrontamento político e ameaças constantes, mas também pela repressão física e detenções ilegais que hoje aumentam dentro de um marco ilegal”, agregou a líder universitária.
Vallejo disse ainda que “parece que não há conhecimento pleno na ONU do que acontece no Chile. Também mostrou confiança de que os contatos mantidos em Genebra, onde tem sua sede os organismos da ONU especializados em direitos humanos, sirvam para mostrar o que acontece no país sul-americano. Espera, ainda, que os relatores da ONU sobre Educação, Liberdade de Expressão, Tortura e Detenções Extrajudiciais, visitem o Chile, pois a seu ver, “estas são temáticas muito sensíveis no nosso país”.
“Somos um país cada vez mais desigual apesar do crescimento do produto interno bruto”, sentenciou.
Por sua parte, Cariola explicou que o projeto político que Piñera defende é adaptado a nossa realidade política e cultural, que é diferente das de outras partes do mundo”.
“Nós não queremos que todos sejam comunistas nem somos donos do movimento, somos instrumentos do povo chileno”, disse.
Consultada sobre a queda do modelo comunista no passado, assegurou sobre os jovens: “Aprendemos do passado, das experiências vividas em outros lugares para construir um novo futuro”.
Murúa, por sua vez, disse que dentro do movimento social chileno existe o convencimento de que “a repressão e a perseguição estão asseguradas” para este ano.
Como representante dos trabalhadores, mencionou que explicará ao diretor da OIT “as violações das leis trabalhistas e das convenções coletivas no Chile, que transgridem as regulamentações internacionais em matéria de trabalho”.
Com sua visita a Suíça, os dirigentes concluem uma agenda de pouco mais de duas semanas pela Europa, na que participaram de diversos fóruns juvenis e sindicais na Alemanha e Suécia, convidados pela Fundação Rosa Luxemburgo -ligada ao partido alemão Die Linke (A Esquerda)- para expor a experiência do movimento estudantil chileno em 2011.
“No Chile, teus direitos dependem de tua capacidade econômica, onde se não tens dinheiro tens que endividar-te (para ter saúde ou educação)”, sustentou a dirigente antes de partir para a Europa com a idéia de conhecer o desenvolvimento do movimento social nesse continente.
Com respeito ao futuro político do país, com eleições municipais em outubro e presidenciais em dezembro de 2013, a líder estudantil opinou que ainda não estão dadas as condições para unificar a esquerda.
No entanto, sustentou que um grande desafio para este ano é ver como se
institucionaliza o movimento social e como é capaz de construir propostas de governo.
“O movimento social não pode ficar à margem. Necessitamos disputar espaços institucionais”, sublinhou ao mesmo tempo em que prenunciou que é difícil que neste ano se repitam os protestos do ano passado. “Já demonstramos a força do movimento estudantil, agora as formas de mobilização vão ser diferentes”, concluiu.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Programa da Organização Internacional do Trabalho de apoio às micro e pequenas empresas lançado em Cabo Verde
Praia, Cabo Verde, 19 dezembro 2011 (Macauhub) – A rede Germe (Gerir melhor a sua empresa), um projecto da Organização Internacional do Trabalho que procura melhorar o desempenho das micro e pequenas empresas através da transmissão de conhecimentos na área da gestão, foi lançada na passada semana em Cabo Verde, noticiou a imprensa cabo-verdiana.
Presente em mais de 80 países – 18 deles africanos – e traduzido em mais de 40 línguas, a rede Germe disponibiliza várias acções de formação na área da gestão, trazendo para este trabalho conjunto organizações profissionais, organizações não-governamentais, serviços públicos e instituições de financiamento ou de formação profissional.
É este o caso de Cabo Verde, que irá juntar na sua rede as Associações Comerciais de Sotavento e Barlavento, a Direcção Geral do Emprego, o Instituto de Emprego e Formação Profissional, algumas organizações não-governamentais e Câmaras Municipais. (macauhub)
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