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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Brasil/NINGUÉM FEZ TANTO PELO RESGATE DA DEMOCRACIA COMO ELE – Emir Sader



18 julho 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

por Emir Sader, para Revista do Brasil
13/07/2016

Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Não haverá democracia se houver a proscrição do melhor presidente da história, esperança de retomada de um modelo de participação social nas decisões fundamentais do país

Lula em Juazeiro (11/7): 'Não podemos permitir que a democracia, conquistada a sangue, seja usurpada por meia dúzia de pessoas'.



A direita conseguiu, de vez ou por um tempo, tirar o PT do governo, seu objetivo maior desde 2003. Não conseguiu por meio das eleições. Perdeu sempre. Logrou por meio de um golpe. Agora precisa consolidá-lo. Uma direita oligárquica, com um programa para o 1% mais rico, foge do povo, da democracia e das eleições como

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Brasil/DILMA JÁ GOVERNA COM A RUA E RESISTIRÁ SE A RUA SE ORGANIZAR



2/05/2016, Carta Maior EDITORIAL http://cartamaior.com.br (Brasil)

por: Saul Leblon


 

Hoje a palavra organizar virou sinônimo de resistir; assim como rua se tornou equivalente ao verbo lutar


A história apertou o passo no país e quem não entender isso será atropelado pela velocidade dos acontecimentos.

Esse é um tempo em que jornais de hoje amanhecem falando de um remoto mundo de ontem; tempo em que a tergiversação colide com a transparência; tempo em que nenhum discurso faz mais sentido dissociado da tríade: ‘rua’, ‘resistência’ e ‘organização’.

As sirenes da história anunciam

terça-feira, 19 de abril de 2016

Brasil/OS ANTECEDENTES DA TORMENTA INDICAM POR ONDE RECOMEÇAR



19 abril 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Saul Leblon, Jornalista

Um golpe não começa na véspera; tampouco tem desdobramentos plenamente identificáveis na manhã seguinte.

Uma derrota progressista pode ser devastadora para o destino de uma nação, a sorte do seu povo e a qualidade do seu desenvolvimento.

Mas a resistência que engendra pode inaugurar um novo marco de consciência política.

Pode redefinir a correlação de forças, as formas de luta e de organização e coloca-las num patamar mais avançado, mas não menos abrangente.

Apesar dos votos dedicados à família, a Deus e até a um torturador – Bolsonaro ofereceu sua escolha a Brilhante Ustra e ao golpe de 64 – a transparência da história pulsou forte no Brasil nesta noite de 17 de abril de 2016.

Guardadas sóbrias exceções, os que condenaram Dilma filiam-se a agendas e

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Brasil/DILMA SAIRÁ MAIOR DESTA GUERRA

6 dezembro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

O escritor Fernando Morais, um dos maiores intelectuais brasileiros, aponta que a abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff por Eduardo Cunha, com o apoio de políticos oportunistas da oposição, foi o ato mais infame na história do Congresso Nacional.


Por Fernando Morais

"E veremos quem se alia ao oportunismo, ao gangsterismo, ao vale-tudo pelo poder. Não tenho dúvidas: a presidente Dilma sairá maior dessa guerra, mais uma entre tantas que enfrentou, sem jamais ter se ajoelhado diante de seus algozes", diz ele.

Confira abaixo:

O dia da infâmia
Minha geração testemunhou o que eu acreditava ter sido o episódio mais infame da história do Congresso. Na madrugada de 2 de abril de 1964, o senador Auro de Moura Andrade declarou vaga a Presidência da República, sob o falso pretexto de que João Goulart teria deixado o país, consumando o golpe que nos levou a 21 anos de ditadura.

Indignado, o polido deputado Tancredo Neves surpreendeu o plenário aos gritos de "Canalha! Canalha!".

No crepúsculo deste 2 de dezembro, um patético descendente dos golpistas de 64 deu

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Brasil/A CARTILHA NEO--NEOLIBERAL DE MARINA

23 setembro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Inspirada em ideais neoliberais idênticos àqueles do PSDB, Marina Silva assume compromissos com o mercado financeiro que nem o mais emplumado tucano ousaria propor. Pode-se afirmar que a proposta da candidata é a privatização da política econômica em seu conjunto, legando a gestão econômica brasileira aos bancos e ao mercado financeiro.

Por
Paulo Teixeira* e Guilherme Mello** 


Na política monetária, Marina propõe a "independência" do Banco Central. Desta maneira, o governo eleito democraticamente perderia qualquer possibilidade de influenciar a política de juros, que estaria entregue nas mãos de "técnicos" não eleitos, notadamente relacionados ao mercado financeiro. Esses "técnicos" teriam como meta apenas o controle da inflação, não importando o custo social de suas ações. O Banco Central estaria "livre" da influência do governo, mas completamente emparedado pelas expectativas, influências e interesses do mercado financeiro.

George Soros e Marina Silva

A proposta de Marina também pretende retirar do governo o controle sobre a política fiscal. A criação de um "Conselho de Responsabilidade Fiscal", em nome da recuperação da "credibilidade" no manejo das contas públicas, representa uma enorme redução do poder do Tesouro Nacional (e, portanto, do governo eleito democraticamente) de definir os rumos da política fiscal do país,
legando esse controle para "conselheiros" que se submetam às pressões do mercado financeiro.

Não tendo mais domínio sobre a política monetária e a política fiscal, Marina propõe que o governo também deveria abrir mão do manejo e administração da taxa de câmbio.