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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Brasil/EM 6 MESES, O BRASIL FICOU MENOR, INJUSTO, MENOS DEMOCRÁTICO E IRRELEVANTE

12 novembro 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)

Emir Sader*

Bastaram poucos meses para que o governo golpista dissesse a que veio: a desmontar o que de melhor havia sido feito neste século, no Brasil. O Estado brasileiro está sendo reduzido às suas proporções mínimas, deixando de garantir o patrimônio público, os direitos sociais, a soberania internacional.

Tudo que o governo toca, ele reduz, ele transforma em irrisório, em medíocre, em intranscedente. De país respeitado pelo combate à fome e às desigualdades, rapidamente retornamos a país da exclusão social, que não deixa passar dia sem que se tirem dezenas de milhares de bolsas famílias de pessoas pobres, sem que percam o emprego milhares de trabalhadores, sem que a imagem externa do Brasil se deteriore cada vez mais, sem que um politico alçado por um golpe à presidência, degrade ainda mais sua imagem pública.

Em pouco tempo em termos de calendário, o país voltou a se tornar cada vez mais desigual, mais injusto, mais excludente. O governo instaurou a norma da imoralidade, no seu comportamento e na composição da gangue que

domingo, 18 de setembro de 2016

Brasil/GOLPE CONTINUADO

17 setembro 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)

Lindbergh Farias     
Senador pelo PT do Rio de Janeiro



É um show de infâmia! Não se contentaram em afastar uma presidenta eleita com 54 milhões de votos sem prova de crime. Agora, em um patético espetáculo montado em Curitiba, revela-se o intento: querem inabilitar Lula para 2018. Querem inabilitar as urnas.

Está posta a tentativa de golpe continuado. Desnuda-se a intenção desse jogo espúrio dos que tramam a tomada de direitos dos trabalhadores e a entrega do país aos interesses internacionais: imaginam que podem decidir entre eles quem será o candidato a dar continuidade a esse programa antipopular, antidemocrático e ilegítimo de Michel Temer.

Agora ficou definitivamente claro que o golpe não foi somente contra Dilma e seu governo. Na verdade, a regressividade elitista em curso pretende suprimir a possibilidade da vontade coletiva de

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Brasil/O GOLPE NÃO É CONTRA DILMA, LULA OU O PT. É CONTRA VOCÊ

24 de Outubro de 2015, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)

Marcelo Zero
Sociólogo, especialista em relações internacionais
e assessor da Liderança do PT no Senado


O golpe não é contra Dilma. Não é contra Lula. Não é contra o PT.

O golpe é contra os 54,3 milhões de votos que elegeram a presidenta em eleições livres e limpas. O mandato presidencial a eles pertence. Caso a agressão à soberania popular promovida pelo golpe se concretize, eles é que serão cassados.

O golpe é contra os 42 milhões de brasileiros que ascenderam à classe média, nos últimos 13 anos. É contra os 22 milhões de cidadãos que deixaram a pobreza extrema para trás. É contra as políticas sociais que praticamente eliminaram a miséria no Brasil. Miséria histórica, atávica, contra a qual os representantes do golpismo pouco ou nada fizeram, quando governavam.

O golpe é contra um processo de desenvolvimento que conseguiu tirar o Brasil do Mapa da Fome. Fome secular, vergonhosa, que os golpistas nunca conseguiram saciar. O golpe é para colocar o Brasil no Mapa da Vergonha.

O golpe é contra a igualdade e pela desigualdade. Os que apostam no golpe também apostam na desigualdade como elemento essencial para o suposto bom funcionamento da economia e da sociedade. Eles apostam na meritocracia dos privilégios.

O golpe é contra a valorização do salário mínimo, que aumentou 76,5%, nos últimos 11 anos. O golpe é pelos salários baixos para os trabalhadores, pois, para os golpistas, salários reduzidos são essenciais para o combate à inflação e a competitividade da economia.

O golpe é contra a geração de 21 milhões de empregos formais, ocorrida nos últimos 12 anos. Quem aposta no golpe aposta num nível de desemprego mais alto, para

terça-feira, 29 de setembro de 2015

“O Brasil vai continuar no caminho da democracia”, diz Dilma

28 setembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

 

Dilma deixou claro que governo e a sociedade não toleram a corrupção
e o Brasil vai continuar no caminho da democracia (Cia Pak/ ONU)

Em discurso de abertura da 70ª sessão da Assembleia Geral da ONU, nesta segunda-feira (28), a presidenta Dilma falou sobre a crise migratória e a questão dos refugiados; as metas para a Agenda 2030 e o atual processo político do Brasil. Neste ponto, deixou claro que o país “vai continuar trilhando o caminho democrático”.

Dilma destacou os avanços obtidos nos últimos anos no Brasil, como a saída do Mapa da Fome e a superação da extrema miséria. Pontuou que isso só foi possível em um ambiente de “consolidação e aprofundamento da democracia, graças à plena vigência da legalidade e do funcionamento do Estado”. Explicou que o Brasil não tem problemas estruturais graves, mas sim conjunturais, e afirmou que “temos condições de superar as dificuldades atuais e avançar no trilho do desenvolvimento, para um novo ciclo mais profundo, sólido e duradouro”. 

Sobre o atual processo de instabilidade política que o país passa, a presidenta destacou ainda a importância da investigação e da punição de todo e qualquer político envolvido em processos de corrupção. Não titubeou ao afirmar que “o governo e a sociedade não toleram a corrupção”. Afirmou ainda que em um ambiente soberano e democrático, como é o do Brasil, os juízes devem julgar com liberdade, sem pressões ou paixões políticas; e os governantes devem

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Dilma: "O Brasil que eu represento quer que todos cresçam"

20 outubro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O debate deste domingo (19) realizado pela TV Record entre os candidatos à Presidência da República teve mais espaço para a discussão e apresentação de propostas. Os ataques pessoais foram deixados de lado. Embora a presunção do candidato Aécio Neves falasse mais alto, a presidenta Dilma Rousseff, em tom mais tranquilo, colocou em discussão os temas mais propositivos.

Em um debate dividido em quatro blocos, os candidatos fizeram perguntas entre eles abordando assuntos diversos como programas sociais, investimentos em saúde, educação, economia, segurança pública, infraestrutura e combate à corrupção, entre outros. E mais uma vez, Dilma demonstrou que já realizou grandes programas para os brasileiros e que tem os melhores programas para o futuro.

A presidenta relembrou que o Brasil pela primeira vez na história saiu do Mapa da Fome, segundo o relatório da ONU, graças ao investimento do país em políticas sociais, que tiraram 40 milhões de brasileiros da miséria e elevaram 36 milhões à classe média. 

A presidenta mostrou a diferença de escala do Bolsa Família com os programas tucanos. Enquanto Aécio tentava comparar o programa criado pelo ex-presidente Lula com o já usado no governo Fernando Henrique, Dilma ressaltou que não há comparação em se tratando da quantidade de recursos pagos pelo Bolsa Família. Dilma disse que os programas do governo Fernando Henrique Cardoso, gastaram R$ 4,2 bilhões. “Isso equivale a dois dias do que gastamos com o Bolsa Família. Vocês gastaram em oito anos o que nós gastamos em dois meses”, contrapôs.

Brasil/Lugar de mulher é na política, responde dirigente da UJS a Aécio Neves

19 outubro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

"Lugar de mulher é na política, candidato", disparou a d diretora Nacional de Jovens Feministas da UJS, Maria das Neves, em carta aberta ao candidato tucano Aécio Neves em resposta à forma como otucano tem se referido às mulheres do Brasil. Para a dirigente feminista, Aécio desconhece por completo a luta das mulheres e o que representa Dilma Rousseff nesse processo.


No próximo dia 26 as mulheres votarão contra o desemprego, contra o neoliberalismo, contra o machismo, pelo fim da impunidade e da violência contra as mulheres.

Conheça a íntegra da carta:

Carta de uma feminista a Aécio, por Maria das Neves

Caro candidato, tamanha é minha indignação como jovem, mulher e feminista que não poderia deixar de escrever essas linhas. Sua candidatura tem servido para estimular o ódio contra as mulheres e reforçar a cultura machista que tanto temos lutado para combater.


Muito tem me incomodado e a milhares de brasileiras a forma como você tem se referido as mulheres. Para você o Brasil ainda se divide entre “donas de casas” e “trabalhadores”. A velha divisão sexual do trabalho. Parece que você não sabe, mas as donas de casa também são trabalhadoras. E, as mulheres tem ocupado entre tantas funções, aquelas que no passado eram apenas masculinas. Hoje, temos mais oportunidades, alto-estima e direitos conquistados. Somos o Brasil da seleção hexacampeã da Copa América de futebol feminino, golaço! As mulheres hoje são bandeirinhas, empresárias, engenheiras. Batem um bolão dentro e fora de campo. E, imagine só,

Brasil/“Este Brasil construído pelo braço, mão e garra do povo brasileiro não vai voltar para trás.” -- Dilma

17 outubro 2014, Sala de Imprensa Dilma 13 http://www.saladeimprensadilma.com.br/ (Brasil)

“VAMOS GARANTIR PROSPERIDADE, CRESCIMENTO SOCIAL E ECONÔMICO AO BRASIL”, AFIRMA DILMA



“Este Brasil construído pelo braço, mão e garra do povo brasileiro não vai voltar para trás. Nós juntos temos um só rumo: seguir em frente, garantir prosperidade e crescimento social e econômico”, afirmou a presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, durante caminhada em Curitiba (PR), na tarde desta sexta-feira (17).

Dilma destacou que seu compromisso é com a geração de emprego e salário e

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Brasil/A ECONOMIA EM DOIS PROJETOS OPOSTOS DE GOVERNO

17 outubro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Numa campanha presidencial acalorada como a atual, diferentes temas polarizam e o eleitorado, por vezes, fica confuso. A economia é o terreno mais sólido para se caracterizar as posições e estabelecer as diferenças.

Haroldo Lima*, especial para o Vermelho

Numa campanha presidencial acalorada como a atual, diferentes temas polarizam e o eleitorado, por vezes, fica confuso. A economia é o terreno mais sólido para se caracterizar as posições e estabelecer as diferenças.

Guido Mantega e Armínio Fraga debateram assuntos econômicos no dia 9 de outubro passado, em um programa especial da Miriam Leitão, com tempo dobrado, na Globo News. 

Mantega foi ministro da Fazenda do governo Lula e continua nesse cargo no governo Dilma e Armínio, ex-presidente do Banco Central na época de FHC, seria o futuro Ministro da Fazenda, segundo anunciou o Aécio, caso ele seja eleito presidente. São as pessoas talvez mais qualificadas para falar sobre a política econômica de cada um dos candidatos que disputam a Presidência, Dilma Rousseff e Aécio Neves. Suas opiniões ajudam a esclarecer os assuntos que dividem as opiniões e mostram que dois projetos opostos disputam o futuro do Brasil. 

O debate foi longo e sua íntegra pode ser vista no GloboNews Play. Destaquei passagens que achei mais importantes e as reproduzo abaixo, usando sempre que possível as frases dos debatedores, às quais acrescento breves comentários meus. 

O tema inicialmente abordado foi o da inflação. Estando em 6,75%, ela foi caracterizada por Armínio como “bastante alta”, contrastando com o “crescimento muito baixo”. Armínio não indicou porém, medidas concretas para enfrentá-la. Disse apenas que será preciso “um compromisso permanente de não deixá-la sair do controle”, compromisso que, por ser genérico e vago, qualquer candidato assumiria. 

Mantega observou que “há onze anos cumprimos as metas de inflação” e,

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Brasil/RETROCESSO CONSERVADOR, ESTADO MÍNIMO E 'DESINFORMADOS'

8 outubro 2014, Rede Brasil Atual http://www.redebrasilatual.com.br (Brasil)

A receita clássica do PSDB, de ajuste fiscal e desregulação econômica, é incompatível com a garantia dos investimentos sociais. Sob o 'culto da austeridade' escondem-se o desemprego e a perda de direitos.

por Eduardo Fagnani*

A volta do Estado mínimo é apenas um dos retrocessos previsíveis no projeto neoliberal e anti-desenvolvimentista de Aécio Neves. Não há nada mais velho e antissocial do que o enganoso “culto da austeridade”, remédio clássico seguido no Brasil dos anos de 1990 e aplicado na Europa desde 2008 com resultados catastróficos.

Política econômica e política social são faces da mesma moeda. Não há como conciliar política econômica que concentre a renda e política social que promova a inclusão social. O projeto de Aécio Neves é neoliberal, anti-desenvolvimentista e antissocial. Armínio Fraga, ministro da Fazenda de um eventual governo do PSDB**, partilha da visão de que “a atual meta de inflação é muito alta”.

Prega a redução gradativa da meta atual (4,5% ao ano), Banco Central independente, gestão ortodoxa do “tripé macroeconômico”, forte ajuste fiscal, desregulação econômica, abertura comercial e câmbio flutuante.  Essa opção aprofundará as desigualdades sociais.