Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
Mercosul, Brasil/Ideias opostas de soberania nacional estão em jogo na Amazônia, analisa Celso Amorim
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
Abya Yala, Brasil//Itamaraty mente e enche de armadilhas Ata sobre Itaipu, denuncia jornal do Paraguai
terça-feira, 2 de julho de 2019
Brasil/Seis meses de retrocessos em larga escala
Mas é importante enfatizar que essa calamidade é decorrência de um projeto de poder. Bolsonaro e sua trupe chegaram ao governo dizendo abertamente o que pretendiam, a começar pela revisão da política externa, agora caudatária dos ditames da Casa Branca. Essa subordinação, fundada no conteúdo ideológico – submisso, da parte brasileira - que une no mesmo universo o Itamaraty e o Pentágono, fez o governo do Brasil ser uma peça irrelevante no cenário mundial, mero joguete de Washington no tabuleiro da geopolítica.
Ao abrir mão do seu papel de protagonista global, o governo brasileiro deixou de constar como ator no concerto das nações e deu as costas para os organismos erigidos a duras penas para constituir um mínimo de força e soberania regional na disputa entre os grandes blocos comerciais e políticos em âmbito mundial. O desdobramento dessa política externa se manifesta
quinta-feira, 14 de julho de 2016
EUA/Governo Temer mina democracia no Brasil, diz deputado durante sessão do Congresso dos EUA
terça-feira, 17 de maio de 2016
Brasil/Dilma rebate Serra: Mundo expressa indignação com farsa jurídica
16 maio 2016, Facebook Minas contra o golpe https://www.facebook.com/minascontraaecio (Brasil)
Por meio de sua conta no Facebook, a presidenta eleita do Brasil, Dilma Rousseff, pronunciou-se sobre a reação do mundo contra o golpe em curso no Brasil. E criticou comunicados divulgados pelo Ministério de Relações Exteriores, agora comandado pelo tucano José Serra.
Segundo ela, na tentativa de "justificar o ataque aos Estado Democrático de Direito", a pasta emitiu nota repudiando governos e órgãos internacionais que denunciam o golpe parlamentar no Brasil.
"Ao mesmo tempo, revela a preocupação de que essas práticas, travestidas de legalidade, possam se espalhar por outras partes do mundo, especialmente na América Latina, promovendo a desestabilização de governos legítimos e revertendo as grandes conquistas sociais e democráticas alcançadas
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Brasil/Soberania significa submissão à vontade das urnas, afirma Dilma
Dilma destacou que cabe aos novos diplomatas cuidar para que os fatores internacionais não criem constrangimentos ao livre exercício da soberania popular e, ao mesmo tempo, fazer desta um trunfo maior de nosso pertencimento à comunidade internacional. E salientou que a dela “depende o cumprimento do programa econômico, social e político de mudanças que a sociedade sistematicamente de quatro em quatro anos”.
E completa: "A sociedade brasileira compreendeu que nossa democracia não seria efetiva se se contentasse apenas com
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Chanceler Figueiredo pode reforçar política externa do Brasil
Por Moara Crivelente, redação do Vermelho
Figueiredo era o embaixador do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU), na sede da organização, em Nova York, cargo que passa a ser assumido por Patriota, em proposta feita pela presidenta Dilma Rousseff.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Brasil e Bolivia/FUGA DE SENADOR FOI AÇÃO ORQUESTRADA, DIZ DEPUTADO DO PT
27 agosto 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)
Para o deputado Cláudio Puty (PT-PA), que participou de uma missão oficial à Bolívia, em março, onde conheceu os principais personagens envolvidos na trama, fuga do senador boliviano Roger Pinto (foto) não foi obra individual de um destemido diplomada brasileiro, mas ação organizada pela direita com apoio de setores conservadores do Itamaraty, que atuam contra governos progressistas latino-americanos e a favor do agronegócio. Por Najla Passos, de Brasília
A avaliação é do deputado Cláudio Puty (PT-PA), que participou de uma missão oficial à Bolívia, em março, onde conheceu os três principais personagens envolvidos na trama: o então embaixador do Brasil na Bolívia, Marcel Biato, que patrocinou a aceitação brasileira ao pedido de asilo político do senador, o diplomata brasileiro Eduardo Sabóia, que afirma ter organizado sozinho a fuga do político, e o próprio senador oposicionista Roger Pinto, que viveu 545 dias na embaixada brasileira na Bolívia.
“Esta foi uma ação sem precedente na história da diplomacia brasileira. Como pode um diplomata patrocinar a fuga de um criminoso comum, à revelia do governo brasileiro, escondido do governo boliviano e com o apoio explícito da direita brasileira, que já o aguardava na fronteira do país?”,
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Brasil pede explicações aos Estados Unidos sobre espionagem eletrônica
quinta-feira, 16 de julho de 2009
O G8 E O NOVO LUGAR DO BRASIL NO MUNDO
Foi preciso o diário econômico alemão Handelsblatt chamar a atenção: atrás da mesa de trabalho do chanceler Celso Amorim, no Itamaraty, há uma intrigante tapeçaria, um mapa-múndi de 1503, onde o hemisfério Sul, e portanto o Brasil, fica na parte de cima.
Enquanto os visitantes de Amorim ''olham, perplexos, o mapa, ele mesmo já transmitiu sua mensagem. O Brasil deixou de ser periferia'', escreveu o jornal.
A cúpula do G8+G5, realizada em L'Aquila, Itália, voltou a emitir sinais de que o mapa do ministro é mais que uma excentricidade. O Brasil está mudando seu lugar no mundo.
Esta é uma análise onde qualquer chauvinismo emproado só pode atrapalhar. O fenômeno faz parte de uma redefinição de conjunto do tabuleiro global, num planeta em transição. Os Estados Unidos perdem posições, empurrados pela crise e pelos fracassos de sua política unilateral. O G8 agoniza, mesmo que diplomatas ligados à direita, no Brasil, recusem-se a reconhecer este fato. Outros atores mundiais se adiantam, a começar pela China, com suas três décadas de crescimento de dois dígitos, desacelerado em 2009 para 8%.
Mas é notável a desenvoltura com que o Brasil se movimenta nesse cenário, e ganha terreno. A mídia estrangeira registra que nunca ele teve um peso tão elevado na cena internacional.
Em L'Aquila discutiu-se a mudança climática. O Brasil defendeu que os países têm que se comprometer a reduzir a emissão de gases, mas com responsabilidades diferenciadas, entre os ricos, que se industrializaram há 100 ou 200 anos, e os pobres, que mal começam a se industrializar - uma tese já tradicional da diplomacia brasileira, e que agora começa a ser acatada até pelos mais ricos.
L'Aquila não foi um raio em céu azul. Este mesmo protagonismo se reflete nas negociações sobre o livre comércio e crise global, reforma da ONU, os direitos humanos, o recente golpe em Honduras e o espinhoso conflito do Oriente Médio.
A mídia local torce o nariz, menospreza, mofa. Mas a despeito dela, o lugar do Brasil já não é o de antes, em um canto do mundo, no Extremo Ocidente, à sombra dos EUA. A cena mundial em transição propiciou a base para esse deslocamento. Mas há aqui também engenho e arte.
O Itamaraty, dentro de uma tradição que vem desde o barão do Rio Branco, diplomata e capoeirista, há muito se preparava para tal papel. Tanto que a política externa brasileira em geral situou-se alguns passos à frente de outras esferas da política de Estado.
Porém com Lula a disposição avançada da diplomacia encontrou um presidente que a endossa, impulsiona e encarna. Primeiro, por atacar calcanhar de Aquiles do país e de sua imagem, que são as iniquidades sociais. Segundo, por redefinir prioridades, pondo à frente a relaçãocom os vizinhos sul-americanos, seguida pelas parcerias Sul-Sul, com a África, a China, a Índia, o mundo árabe.
Há ainda um terceiro elemento, mais impalpável e subjetivo: Lula, formado na exigente escola negociadora sindical, revela-se um excepcional diplomata, que não só assimilou as manhas do ofício mas dá a ele seu aporte pessoal. Ao tourear George W. Bush, ou constatar que Ahmadinejad venceu a eleição iraniana, ou presentear camisas da seleção canarinha a chefes de Estado, ''o cara'' tem conferido à diplomacia brasileira um rosto que a ajuda a avançar.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Brasil, Índia e África do Sul querem dobrar volume de comércio entre si
Vitor Abdala, repórter da Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br
13 outubro 2008
Rio de Janeiro - Os três países que compõem o Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas) pretendem ampliar o comércio entre si de uma média anual de US$ 8 bilhões para US$ 15 bilhões. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, as formas de duplicar esse comércio devem ser discutidas no Fórum do Ibas, que começou hoje (13), em Nova Delhi, capital indiana.
Em 2007, o comércio entre Brasil e Índia movimentou US$ 3,1 bilhões, com saldo favorável aos indianos. A balança comercial de Brasil e África do Sul ficou em US$ 2,3 bilhões, com superávit para os brasileiros.
Segundo o gerente-executivo de Comércio Exterior da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Frederico Álvares, a comitiva brasileira é composta por empresários de setores variados, como construção, alimentos, transportes e indústria farmacêutica.
“Esse fórum já aconteceu em outras ocasiões e tem servido como um foro importante de discussão empresarial, buscando janelas de oportunidades e de cooperação trilateral. Ele tem realmente criado uma boa expectativa no meio empresarial”, explica Álvares
O fórum será encerrado na quarta-feira (15), com a 3ª Reunião de Cúpula do Ibas, da qual participarão o presidente Lula e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, e o presidente da África do Sul, Kgalema Motlanthe.
“Este momento político dá um pano de fundo muito interessante para as relações comerciais. Isso cria um ambiente propício para que grandes empresários brasileiros se encontrem com empresários da África do Sul e da Índia”, afirmou o vice-presidente da Câmara de Comércio Índia- Brasil, Leonardo Ananda.
Além das negociações comerciais, durante a Reunião de Cúpula os três países deverão divulgar uma carta conjunta sobre grandes temas mundiais. O Ministério das Relações Exteriores informou que a crise financeira internacional deverá ser um dos temas abordados no documento.
Segundo o Itamaraty, é possível que os três países discutam a ampliação dos assentos permanentes no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Isso porque Brasil e Índia, juntamente com Alemanha e Japão, querem uma vaga no conselho, formado hoje por apenas cinco países: Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China.
A África do Sul também pretende ingressar no Conselho de Segurança, mas, de acordo com o Itamaraty, sua candidatura não é aberta como a do Brasil e da Índia, já que a indicação do país ainda não é consenso no continente africano.
Os três países também assinarão nove acordos de cooperação trilateral, nas áreas do meio ambiente, turismo, propriedade intelectual, ciência e tecnologia, assentamentos humanos, igualdade de gênero, normas e regulamentos técnicos, transporte marítimo e aviação civil
O Ibas foi criado em 2003, com o objetivo de fazer a articulação político-diplomática dos três países. Antes da Cúpula de Nova Delhi, já houve reuniões em Brasília, em 2006, e em Johannesburgo, na África do Sul, em 2007. Um novo encontro está previsto para o Brasil no ano que vem.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/10/13/materia.2008-10-13.8406027643/view


