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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Mercosul, Brasil/Ideias opostas de soberania nacional estão em jogo na Amazônia, analisa Celso Amorim


28 de Agosto de 2019 às 12:04, Brasil de Fato (Brasil) https://www.brasildefato.com.br/2019/08/28/ideias-opostas-de-soberania-nacional-estao-em-jogo-na-amazonia-analisa-celso-amorim/


Rafael Tatemoto
Brasil de Fato, Brasília (DF)


Ex-chanceler participará do Seminário em Defesa da Soberania Nacional e Popular, em Brasília (DF), na próxima semana

Para o ex-chanceler brasileiro Celso Amorim (2003-2011), a tensão diplomática entre o governo de Jair Bolsonaro (PSL) e o do francês Emmanuel Macron em torno das queimadas na Amazônia é mais um indicativo da guinada imposta ao Itamaraty. Ao Brasil de Fato, Amorim afirma que o caso revela duas concepções de soberania, uma que representa interesses nacionais e outra a serviço de nações imperialistas.

“A nossa concepção de soberania é defesa dos recursos naturais, da nossa capacidade de desenvolvimento autônomo, uma política externa que sempre busque o interesse nacional, explorando inclusive a multipolaridade; ao invés de

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Abya Yala, Brasil//Itamaraty mente e enche de armadilhas Ata sobre Itaipu, denuncia jornal do Paraguai


Postado em 12/08/2019 3:31, Patria Latina (Brasil) http://www.patrialatina.com.br/itamaraty-mente-e-enche-de-armadilhas-ata-sobre-itaipu-denuncia-jornal-do-paraguai/ 

Jeferson Miola 


A edição dominical [11/8] do jornal paraguaio ABC traz como manchete de capa a denúncia de que o “Itamaraty mente e enche de armadilhas Ata sobre Itaipu” [aqui].

Em 4 páginas de reportagem, o jornal analisa o acordo secreto que o governo Bolsonaro tentou impor ao Paraguai para viabilizar um esquema milionário de corrupção para favorecer a LÉROS, empresa que tinha seus interesses representados pelo político do PSL Alexandre Giordano, suplente do líder do Bolsonaro no Senado, Major Olímpio.

A Ata Bilateral assinada em segredo em 24 de maio passado contém armadilhas e mentiras dos negociadores”, afirma o jornal; concluindo que se o acordo fosse aplicado, “se traduziria em danos muito severos aos interesses do país,

terça-feira, 2 de julho de 2019

Brasil/Seis meses de retrocessos em larga escala


Dia: 01/07/2019 às 20:55:22, Portal Vermelho OPINIÃO http://www.vermelho.org.br (Brasil) http://www.vermelho.org.br/noticia/321698-1

O governo Bolsonaro chega ao marco do primeiro semestre com um saldo que pode ser nominado, sem hipérbole, como trágico. Ele aparece com mais dramaticidade na esfera da economia, com a adoção de uma agenda ultraliberal e neocolonial, respaldada por ameaças de autoritarismo, que resultou numa verdadeira multidão amargando o desemprego, o mais perverso efeito social dessa situação, sem nenhuma perspectiva de que, com esse governo, as coisas vão melhorar.

Mas é importante enfatizar que essa calamidade é decorrência de um projeto de poder. Bolsonaro e sua trupe chegaram ao governo dizendo abertamente o que pretendiam, a começar pela revisão da política externa, agora caudatária dos ditames da Casa Branca. Essa subordinação, fundada no conteúdo ideológico – submisso, da parte brasileira - que une no mesmo universo o Itamaraty e o Pentágono, fez o governo do Brasil ser uma peça irrelevante no cenário mundial, mero joguete de Washington no tabuleiro da geopolítica.

Ao abrir mão do seu papel de protagonista global, o governo brasileiro deixou de constar como ator no concerto das nações e deu as costas para os organismos erigidos a duras penas para constituir um mínimo de força e soberania regional na disputa entre os grandes blocos comerciais e políticos em âmbito mundial. O desdobramento dessa política externa se manifesta

quinta-feira, 14 de julho de 2016

EUA/Governo Temer mina democracia no Brasil, diz deputado durante sessão do Congresso dos EUA



13 julho 2016, Opera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Para democrata Alan Grayson, 'mídia conservadora 
do Brasil' ajudou 'membros da oposição de direita' 
a impulsionar processo de impeachment contra Dilma

O congressista norte-americano Alan Grayson manifestou nesta quarta-feira (13/07), durante sessão da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, sua “preocupação” em relação à situação política do Brasil. Para ele, o governo interino, liderado pelo vice-presidente no exercício da Presidência, Michel Temer, “mina a democracia” no país por meio do processo de impeachment contra a presidente brasileira, Dilma Rousseff, e do estabelecimento de políticas opostas àquelas votadas pela maioria da população nas urnas.

Grayson, deputado do Partido Democrata pelo Estado da Flórida, afirmou que Dilma foi reeleita “porque a maioria dos brasileiros quis que suas políticas progressistas

terça-feira, 17 de maio de 2016

Brasil/Dilma rebate Serra: Mundo expressa indignação com farsa jurídica



16 maio 2016, Facebook Minas contra o golpe https://www.facebook.com/minascontraaecio (Brasil)

Por meio de sua conta no Facebook, a presidenta eleita do Brasil, Dilma Rousseff, pronunciou-se sobre a reação do mundo contra o golpe em curso no Brasil. E criticou comunicados divulgados pelo Ministério de Relações Exteriores, agora comandado pelo tucano José Serra.

Segundo ela, na tentativa de "justificar o ataque aos Estado Democrático de Direito", a pasta emitiu nota repudiando governos e órgãos internacionais que denunciam o golpe parlamentar no Brasil.

De acordo com Dilma, "a reação de governos estrangeiros e de importantes setores da opinião pública mundial, entre eles o Secretário-Geral da OEA, expressa a indignação internacional diante da farsa jurídica aqui montada".

"Ao mesmo tempo, revela a preocupação de que essas práticas, travestidas de legalidade, possam se espalhar por outras partes do mundo, especialmente na América Latina, promovendo a desestabilização de governos legítimos e revertendo as grandes conquistas sociais e democráticas alcançadas

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Brasil/Soberania significa submissão à vontade das urnas, afirma Dilma

12 de agosto de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff não dá trégua ao golpismo. Durante uma solenidade de formatura de diplomatas, no Palácio do Itamaraty, nesta quarta-feira (12), a presidenta disse que o respeito internacional pelo Brasil passa pela demonstração de que, internamente, há respeito à decisão das urnas. 


Dilma durante cerimônia de formatura de alunos do 
curso de formação do Instituto Rio Branco (Agência Brasil)

“O Estado nacional brasileiro só será respeitado no mundo na medida em que, em nosso território, se exerce e se respeita plenamente a soberania popular. Essa soberania significa submissão à vontade geral, expressa nas urnas”, afirmou a presidenta.

Dilma destacou que cabe aos novos diplomatas cuidar para que os fatores internacionais não criem constrangimentos ao livre exercício da soberania popular e, ao mesmo tempo, fazer desta um trunfo maior de nosso pertencimento à comunidade internacional. E salientou que a dela “depende o cumprimento do programa econômico, social e político de mudanças que a sociedade sistematicamente de quatro em quatro anos”.

E completa: "A sociedade brasileira compreendeu que nossa democracia não seria efetiva se se contentasse apenas com

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Chanceler Figueiredo pode reforçar política externa do Brasil



28 de Agosto de 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Na manhã desta quarta-feira (28) tomou posse do cargo de ministro das Relações Exteriores Luiz Alberto Figueiredo, em substituição do ex-chanceler Antônio Patriota, que pediu demissão nesta segunda (26). As expectativas com relação a Figueiredo são positivas, em direção à reafirmação e fortalecimento da política externa autonomista.

Por Moara Crivelente, redação do Vermelho

A cerimônia de posse de Figueiredo como ministro de Estado das Relações Exteriores aconteceu nesta manhã, no Palácio do Planalto, em Brasília, e a cerimônia de transmissão do cargo realiza-se nesta tarde.

Figueiredo era o embaixador do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU), na sede da organização, em Nova York, cargo que passa a ser assumido por Patriota, em proposta feita pela presidenta Dilma Rousseff.

O motivo da troca foi a fuga do senador boliviano Roger Pinto Molina desde a embaixada brasileira, onde estava asilado,

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Brasil e Bolivia/FUGA DE SENADOR FOI AÇÃO ORQUESTRADA, DIZ DEPUTADO DO PT



27 agosto 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Para o deputado Cláudio Puty (PT-PA), que participou de uma missão oficial à Bolívia, em março, onde conheceu os principais personagens envolvidos na trama, fuga do senador boliviano Roger Pinto (foto) não foi obra individual de um destemido diplomada brasileiro, mas ação organizada pela direita com apoio de setores conservadores do Itamaraty, que atuam contra governos progressistas latino-americanos e a favor do agronegócio. Por Najla Passos, de Brasília


Brasília – A fuga do senador boliviano que custou o cargo ao ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, não foi obra individual de um destemido diplomada brasileiro, mas uma ação organizada pela direita com apoio de setores conservadores do Itamaraty, que mantêm estreitos laços em questões políticas e econômicas, como o boicote aos governos socialistas e a defesa intransigente do agronegócio.

A avaliação é do deputado Cláudio Puty (PT-PA), que participou de uma missão oficial à Bolívia, em março, onde conheceu os três principais personagens envolvidos na trama: o então embaixador do Brasil na Bolívia, Marcel Biato, que patrocinou a aceitação brasileira ao pedido de asilo político do senador, o diplomata brasileiro Eduardo Sabóia, que afirma ter organizado sozinho a fuga do político, e o próprio senador oposicionista Roger Pinto, que viveu 545 dias na embaixada brasileira na Bolívia.

“Esta foi uma ação sem precedente na história da diplomacia brasileira. Como pode um diplomata patrocinar a fuga de um criminoso comum, à revelia do governo brasileiro, escondido do governo boliviano e com o apoio explícito da direita brasileira, que já o aguardava na fronteira do país?”,

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Brasil pede explicações aos Estados Unidos sobre espionagem eletrônica



7 julho 2013, Agência Brasil http://agenciabrasil.ebc.com.br (Brasil)

Mariana Branco

Brasília – O governo do Brasil pediu explicações aos Estados Unidos (EUA) sobre a possível espionagem das comunicações de cidadãos brasileiros pela Agência Nacional de Segurança daquele país (NSA, na sigla em inglês). De acordo com o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, os esclarecimentos foram solicitados por meio da Embaixada do Brasil em Washington e, ainda, ao embaixador dos EUA no Brasil.

O ministro disse que o Itamaraty recebeu com “grave preocupação” a notícia de que contatos eletrônicos e telefônicos de seus cidadãos estariam sendo monitorados. Patriota deu as declarações em Paraty, no Rio de Janeiro, onde está sendo realizada a 11ª Festa Literária Internacional (Flip).

Segundo Antônio Patriota, o governo brasileiro lançará iniciativas na Organização das Nações Unidas (ONU) pelo estabelecimento de normas claras de comportamento para os países quanto à privacidade das comunicações dos cidadãos e a preservação da soberania dos demais Estados. O Itamaraty pretende ainda pedir à União Internacional de Telecomunicações (UIT),

quinta-feira, 16 de julho de 2009

O G8 E O NOVO LUGAR DO BRASIL NO MUNDO

14 julho 2009/EDITORIAL/Vermelho http://www.vermelho.org.br

Foi preciso o diário econômico alemão Handelsblatt chamar a atenção: atrás da mesa de trabalho do chanceler Celso Amorim, no Itamaraty, há uma intrigante tapeçaria, um mapa-múndi de 1503, onde o hemisfério Sul, e portanto o Brasil, fica na parte de cima.
Enquanto os visitantes de Amorim ''olham, perplexos, o mapa, ele mesmo já transmitiu sua mensagem. O Brasil deixou de ser periferia'', escreveu o jornal.
A cúpula do G8+G5, realizada em L'Aquila, Itália, voltou a emitir sinais de que o mapa do ministro é mais que uma excentricidade. O Brasil está mudando seu lugar no mundo.
Esta é uma análise onde qualquer chauvinismo emproado só pode atrapalhar. O fenômeno faz parte de uma redefinição de conjunto do tabuleiro global, num planeta em transição. Os Estados Unidos perdem posições, empurrados pela crise e pelos fracassos de sua política unilateral. O G8 agoniza, mesmo que diplomatas ligados à direita, no Brasil, recusem-se a reconhecer este fato. Outros atores mundiais se adiantam, a começar pela China, com suas três décadas de crescimento de dois dígitos, desacelerado em 2009 para 8%.
Mas é notável a desenvoltura com que o Brasil se movimenta nesse cenário, e ganha terreno. A mídia estrangeira registra que nunca ele teve um peso tão elevado na cena internacional.
Em L'Aquila discutiu-se a mudança climática. O Brasil defendeu que os países têm que se comprometer a reduzir a emissão de gases, mas com responsabilidades diferenciadas, entre os ricos, que se industrializaram há 100 ou 200 anos, e os pobres, que mal começam a se industrializar - uma tese já tradicional da diplomacia brasileira, e que agora começa a ser acatada até pelos mais ricos.
L'Aquila não foi um raio em céu azul. Este mesmo protagonismo se reflete nas negociações sobre o livre comércio e crise global, reforma da ONU, os direitos humanos, o recente golpe em Honduras e o espinhoso conflito do Oriente Médio.
A mídia local torce o nariz, menospreza, mofa. Mas a despeito dela, o lugar do Brasil já não é o de antes, em um canto do mundo, no Extremo Ocidente, à sombra dos EUA. A cena mundial em transição propiciou a base para esse deslocamento. Mas há aqui também engenho e arte.
O Itamaraty, dentro de uma tradição que vem desde o barão do Rio Branco, diplomata e capoeirista, há muito se preparava para tal papel. Tanto que a política externa brasileira em geral situou-se alguns passos à frente de outras esferas da política de Estado.
Porém com Lula a disposição avançada da diplomacia encontrou um presidente que a endossa, impulsiona e encarna. Primeiro, por atacar calcanhar de Aquiles do país e de sua imagem, que são as iniquidades sociais. Segundo, por redefinir prioridades, pondo à frente a relaçãocom os vizinhos sul-americanos, seguida pelas parcerias Sul-Sul, com a África, a China, a Índia, o mundo árabe.
Há ainda um terceiro elemento, mais impalpável e subjetivo: Lula, formado na exigente escola negociadora sindical, revela-se um excepcional diplomata, que não só assimilou as manhas do ofício mas dá a ele seu aporte pessoal. Ao tourear George W. Bush, ou constatar que Ahmadinejad venceu a eleição iraniana, ou presentear camisas da seleção canarinha a chefes de Estado, ''o cara'' tem conferido à diplomacia brasileira um rosto que a ajuda a avançar.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Brasil, Índia e África do Sul querem dobrar volume de comércio entre si

Vitor Abdala, repórter da Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

13 outubro 2008

Rio de Janeiro - Os três países que compõem o Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas) pretendem ampliar o comércio entre si de uma média anual de US$ 8 bilhões para US$ 15 bilhões. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, as formas de duplicar esse comércio devem ser discutidas no Fórum do Ibas, que começou hoje (13), em Nova Delhi, capital indiana.

Em 2007, o comércio entre Brasil e Índia movimentou US$ 3,1 bilhões, com saldo favorável aos indianos. A balança comercial de Brasil e África do Sul ficou em US$ 2,3 bilhões, com superávit para os brasileiros.

Segundo o gerente-executivo de Comércio Exterior da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Frederico Álvares, a comitiva brasileira é composta por empresários de setores variados, como construção, alimentos, transportes e indústria farmacêutica.

“Esse fórum já aconteceu em outras ocasiões e tem servido como um foro importante de discussão empresarial, buscando janelas de oportunidades e de cooperação trilateral. Ele tem realmente criado uma boa expectativa no meio empresarial”, explica Álvares

O fórum será encerrado na quarta-feira (15), com a 3ª Reunião de Cúpula do Ibas, da qual participarão o presidente Lula e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, e o presidente da África do Sul, Kgalema Motlanthe.

“Este momento político dá um pano de fundo muito interessante para as relações comerciais. Isso cria um ambiente propício para que grandes empresários brasileiros se encontrem com empresários da África do Sul e da Índia”, afirmou o vice-presidente da Câmara de Comércio Índia- Brasil, Leonardo Ananda.

Além das negociações comerciais, durante a Reunião de Cúpula os três países deverão divulgar uma carta conjunta sobre grandes temas mundiais. O Ministério das Relações Exteriores informou que a crise financeira internacional deverá ser um dos temas abordados no documento.

Segundo o Itamaraty, é possível que os três países discutam a ampliação dos assentos permanentes no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Isso porque Brasil e Índia, juntamente com Alemanha e Japão, querem uma vaga no conselho, formado hoje por apenas cinco países: Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China.

A África do Sul também pretende ingressar no Conselho de Segurança, mas, de acordo com o Itamaraty, sua candidatura não é aberta como a do Brasil e da Índia, já que a indicação do país ainda não é consenso no continente africano.

Os três países também assinarão nove acordos de cooperação trilateral, nas áreas do meio ambiente, turismo, propriedade intelectual, ciência e tecnologia, assentamentos humanos, igualdade de gênero, normas e regulamentos técnicos, transporte marítimo e aviação civil

O Ibas foi criado em 2003, com o objetivo de fazer a articulação político-diplomática dos três países. Antes da Cúpula de Nova Delhi, já houve reuniões em Brasília, em 2006, e em Johannesburgo, na África do Sul, em 2007. Um novo encontro está previsto para o Brasil no ano que vem.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/10/13/materia.2008-10-13.8406027643/view