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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Guerra não convencional contra a Venezuela/Clefs de la guerre non conventionnelle contre le Venezuela



17 junho 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Gustavo Borges Revilla, Diego Sequera*

A Venezuela é um país neste momento sitiado. No país são aplicados novos métodos de guerra alternativos concebidos nos laboratórios dos serviços secretos dos EUA e outros países poderosos. No futuro imediato o objetivo é tirar o chavismo do poder. Posteriormente, eliminar todas as formas da participação maciça do povo na política, fazer desaparecer o chavismo como proposta civilizacional e enterrá-lo como um precedente na região e referência ética para outros movimentos globais.

Os diferentes métodos usados para destruir qualquer sinal de estabilidade e de força do chavismo para a Venezuela passam pelas agressões financeiras, culturais, económicas, políticas, militares e morais.

Ao terminar este documento, numa semana sucederam-se duas pequenas marchas da oposição caracterizadas por uma baixa taxa de participação e também pela colocação em cena de surtos premeditados de "confronto" perante um exército de câmaras e telefones em ligação direta com todos os grandes media mundiais (The New York Times, The Washington Post, Wall Street Journal, Bloomberg, The Economist, CNN, Fox News, NBC, etc,).

O última destas marchas, a 18 de maio, terminou com uma tentativa de linchamento pela técnica do "enxame" (swarming) contra um oficial feminino da polícia nacional Bolivariana por provocadores profissionais de guerrilha urbana, estudantes embrutecidos e

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A LIÇÃO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

4 setembro 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)



Cumprem-se 76 anos da invasão da Polónia pela Alemanha nazi, a 1 de Setembro de 1939 e 70 anos da rendição do Japão a 2 de Setembro de 1945. Com a publicação deste artigo de Laura Lopes, membro da presidência do CPPC, odiario.info presta também homenagem a esta grande figura de lutadora pela paz.

Na noite do dia 31 de Agosto de 1939, Alfred Helmut Naujocks, membro das SS nazis e do serviço de segurança SD, à frente de um grupo de criminosos de direito comum vestidos com uniformes polacos, simulava um ataque ao emissor de Gleiwitz na fronteira da Alemanha com a Polónia, às ordens do conde Heydrich, comandante da polícia de segurança SD.

No dia 1 de Setembro de 1939, o jornal “Volkischer Beobachter” comentava este episódio da seguinte forma: “Os Polacos irromperam na sala … O ataque contra a estação tinha todo o aspecto de sinal para um ataque geral dos franco-atiradores polacos contra o território alemão. Como se constatou entretanto, os rebeldes polacos romperam ao mesmo tempo a fronteira alemã em dois lugares. Em ambos os locais tratava-se de destacamentos armados até aos dentes, que segundo todas as aparências tinham o apoio do exército polaco regular. As secções da polícia de segurança estacionadas na fronteira ficaram à mercê dos assaltantes. Os combates de uma grande violência continuam.”

Esta operação detalhadamente montada por Hitler, como foi verificado no processo dos criminosos de guerra em Nuremberga, foi o sinal de desencadeamento da II Guerra Mundial, que vinha a ser preparada desde há muito. Após ter ordenado o golpe de mão de Gleiwitz, Hitler deu ordem para iniciar a guerra. Os exércitos hitlerianos invadiram a Polónia que se encontrava isolada e privada da ajuda prometida pelos aliados ocidentais, França e Grã-Bretanha, que há longos meses agiam em negociações de gabinete receosos de uma aliança com a U.R.SS, deixando complacentemente Hitler avançar com os seus planos de conquista de “espaço vital a Leste”. Foi a Polónia o primeiro país que opôs uma resistência armada às tropas da Wermacht. Durante cinco semanas lutou sozinha contra o exército nazi numa desproporção de forças que inevitavelmente levaria ao seu esmagamento imediato. As primeiras conquistas nazis, no seu expansionismo para Leste, tinham-se efectuado sem efusão de sangue: a Áustria, os Sudetas e Praga entregaram-se ao domínio hitleriano.

Hitler tinha dito 10 dias antes, em 22 de Agosto: “… a destruição da Polónia deve ser a nossa primeira tarefa … Não tenham piedade … Sejam brutais … é preciso

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Western Propaganda and Doctor Goebbels/Западная пропаганда и доктор Геббельс

23.04.2015, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia)
Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия)

Yuriy RUBTSOV


Czech historian Eve Hahnová wrote an article About Anti-Russian Stereotype of Goebbels propaganda. It says that the contemporary Western media looks very much like Nazi propaganda in fascist Germany. Offering her comments on Goebbels diaries, Eve Hahnová says the West uses an artificially created image created by Nazi propaganda by the end of WWII. The «threat coming from the East» and «Russian menace» revive Hitler’s propaganda stereotypes.

The conclusion is obvious. At the start of the war Nazi propaganda affirmed that Hitler had to unleash an offensive to the east preventing a possible Soviet attack. The Nazi propaganda machine ended up spreading a whopping big lie. Goebbels was the first to spread rumors about many thousands of German women raped by Soviet soldiers. On March 1945, he wrote in his diary that

terça-feira, 11 de março de 2014

DESSA VEZ, A CRIMEIA

11 março 2014, Pravda http://port.pravda.ru  (Rússia)
George Washington alertou os EUA contra "envolvimentos estrangeiros". Teria tido uma premonição da falta de visão, da inépcia de seus sucessores, nos anos Bush e na Era Obama?

Se aconteceu assim, a Guerra ao Terror de Bush-Cheney - agora, de Obama - comprova o quão certo estava. Pode ter sido concebida também deliberadamente, para estimular islamistas a atacar alvos ocidentais. A má vontade que engendrou será fator ativo na política mundial ainda por muitas e muitas gerações.

Também reduziu as proteções liberais que George Washington e seus contemporâneos tanto prezavam. Os que mais sofreram foram os direitos relacionados à privacidade.

Teria sido esse o plano, desde o começo? É possível.

Bush e Cheney com certeza cuidaram para que seu sucessor encontrasse extremas dificuldades para mudar de curso. Mas Obama, algum dia, quis mudar algum curso? Não se veem sinais de qualquer empenho dele nessa direção. Obama e equipe seguiram a velha trilha com desembestada fúria.

Quem teria suposto que o candidato da paz desenvolveria tal gosto por assassinato e massacres, ou que o professor de Direito Constitucional encilharia e montaria e com tanto prazer a Carta dos Direitos Civis?

Mas a Guerra ao Terror já vai ficando velha, e Obama já está perdendo a paixão por ela. Até os neoconservadores já andaram adiante; hoje, estão muito mais ocupados detonando o movimento BDS (Boicote, Desinvestimento, Sanções contra Israel).

quarta-feira, 5 de março de 2014

A CRISE NA UCRÂNIA: O QUE SIGNIFICA SER SAQUEADO PELO OCIDENTE

4 março 2014, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Paul Craig Roberts*

Em 2004 a Hungria aderiu à UE, na expectativa de ruas cobertas de ouro. Ao invés disso, quatro anos depois, em 2008, o país ficou endividado ao FMI. O vídeo do grupo de rock húngaro Mouksa Underground resume o que é a Hungria de hoje, depois de cair nas garras da UE e do FMI. Verwww.youtube.com/watch?
v=Jg8h526sB7w&feature=youtu.be

A canção é acerca dos resultados desanimadores do abandono do socialismo em favor do capitalismo – e na Hungria os resultados certamente não são encorajadores. O título é "Desalento com a mudança de sistema". Aqui está a letra:

Os que têm agora mais de vinte anos
Estiveram à espera de vida boa
Para o cidadão médio
Ao invés de riqueza temos pobreza
Exploração irrestrita
Assim, esta é a grande mudança de sistema
Assim, é isto que espera por si
Nada de habitação Nada de alimentação Nada de trabalho
Mas isto foi garantido que não aconteceria
Aqueles no topo
Devoraram-nos
O pobre sofre todos os dias
Assim, isto é a grande mudança de sistema
Assim, isto é o que espera por si
(Repete)
Quando ocorrerá mudança real?
Quando haverá uma mundo vivível
A solução definitiva aparecerá
Quando este sistema económico for abandonado para sempre
Assim, esta é a grande mudança de sistema
Assim, isto é o que espera por si
(Repete)
Não há solução fora da revolução

Se os estudantes de Kiev houvessem escutado o grupo de rock húngaro ao invés das ONGs de Washington, ele entenderiam o que significa ser saqueado pelo Ocidente e a Ucrânia não estaria na tormenta e rumo à destruição. 

Como a secretária de Estado Assistente Victoria Nuland deixou claro no seu discurso de Dezembro último e na fuga da gravação da sua conversação telefónica com o embaixador dos EUA em Kiev, Washington gastou US$5 mil milhões do contribuinte estado-unidense para engendrar um golpe na Ucrânia que derrubou o governo democrático eleito. 



Que aquilo foi um golpe é também sublinhado pelas óbvias mentiras públicas de Obama acerca da situação, culpando, naturalmente, o governo derrubado, e pela total deturpação dos acontecimentos ucranianos pelos media presstitutos dos EUA e Europa. A única razão para deturpar os acontecimentos é apoiar o golpe e encobrir a mão de Washington.

Não há dúvida de que o golpe é um movimento estratégico de Washington para enfraquecer a Rússia. Washington tentou capturar a Ucrânia em 2004 com a "Revolução Laranja" por ela financiada, mas fracassou. A Ucrânia fez parte da Rússia durante 200 anos antes

MOBILIZAÇÃO GERAL NA UCRÂNIA

4 março 2014, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)


Incêndio do Reichstag em Kiev[1]
2/3/2014, http://cluborlov.blogspot.co.uk/2014/03/reichstag-fire-in-kiev.html?m=1 

 

Pawel Kuczyński, ClubOrlov, Grã-Bretanha

 

O governo de Kiev anunciou mobilização geral do exército: apenas 1-1,5% dos alistados apresentaram-se.

 

Uma dúzia de prefeituras, das principais cidades - praticamente todas a sudeste da linha que vai de Carcóvia a Odessa - hastearam a bandeira tricolor da Rússia.

 

A nave-madrinha da Marinha da Ucrânia está navegando com bandeira da Rússia.

 

O recém-nomeado comandante da Marinha da Ucrânia desertou para o lado russo, na Crimeia, poucas horas depois de nomeado.


A maioria das unidades militares na Crimeia passaram-se voluntariamente para o lado russo, sem que um único tiro tivesse sido disparado.
Tropas ucranianas de Kirov receberam ordem de marchar para a Crimeia, mas recusaram-se a cumprir orden (ilegais) do governo de Kiev.
Ao longo das últimas duas semanas de fevereiro, 143 mil cidadãos ucranianos pediram asilo na Rússia.