Mostrando postagens com marcador Eliécer Gaitán. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eliécer Gaitán. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Abya Yala, Colombia/Tras la traición al acuerdo de paz, parte de las FARC vuelve a la guerra


29/08/2019, Centro Latino-americano de Análise Estrategica-CLAE (Uruguay) http://estrategia.la/2019/08/29/tras-la-traicion-al-acuerdo-de-paz-parte-de-las-farc-vuelve-a-la-guerra/

Camilo Rengifo Marín*


 Los comandantes Iván Márquez, Jesús Santrich y El Paisa anuncian una nueva etapa de lucha armada.

Tras un año de su desaparición del Espacio Territorial y de Reincorporación de Miravalle, Ivan Márquez, el exjefe negociador de paz por las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) anunció al mundo en un video de 32 minutos que nace una nueva guerrilla producto de “la traición al Acuerdo de Paz” firmado entre el gobierno de Juan Manuel Santos y la guerrilla en La Habana a finales de 2016.

En el video “Mientras haya voluntad de lucha habrá esperanza de vencer”, Márquez mencionó las razones por las que volvieron al monte y retomaron las armas. “Desde la firma del Acuerdo de Paz de La Habana y del desarme ingenuo de la guerrilla a cambio de nada, no cesa a matazón. En dos años, más de 500 líderes del movimiento social han sido asesinados y ya suman 150 los exguerrilleros muertos en medio de la indolencia e indiferencia del Estado”, dijo.

“Todo esto, la trampa, la traición y la perfidia, la modificación unilateral del texto del acuerdo, el incumplimiento de los compromisos por parte del Estado, los montajes judiciales y la inseguridad jurídica nos obligaron a regresar al monte. Nunca fuimos vencidos ni derrotados ideológicamente por eso la lucha continúa. La historia registrará en sus páginas que

quinta-feira, 10 de março de 2016

Abya Yala, Pátria Grande/O LÍDER, A HISTÓRIA E A INFÂMIA



2 marzo 2016, Prensa Latina http://www.prensalatina.com.br (Cuba)

Por Luis Manuel Arce Isaac

Havana (Prensa Latina) -- Impiedosos ataques midiáticos a líderes como Evo Morales, Hugo Chávez, Nicolás Maduro, Rafael Correa, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, Néstor Kirchner ou Cristina Fernández, para citar os mais próximos, não são únicos, e se realizam desde tempos imemoráveis.

Um caso muito emblemático foi o conhecido Processo de Leipzig em 1933 contra o líder operário búlgaro Jorge Dimitrov acusado pelos fascistas alemães do incêndio do Reichstag, farsa hitleriana montada pelos nazistas com o propósito de desferir aos comunistas um golpe mortal e justificar tudo o que já conhecemos. Este tema, que se inscreve dentro do debate filosófico do papel do indivíduo na história desenvolvido pelo russo George Pléjanov em 1898, vem à luz ante os ataques da direita retrógrada a líderes como Fidel Castro e Hugo Chávez com o fim de sepultar seu pensamento político, mas tomando como alvo dirigentes atuais como Nicolás Maduro, Evo, Lula, Dilma, Correa ou Cristina.

Tradicionalmente, os ultraconservadores têm tergiversado sobre esse fundamental do indivíduo sem o qual os processos sociais correriam o risco de não chegar ao seu destino por acefalia, ou dispersão e anarquia em sua condução.

Os propagandistas do capitalismo persistem na prática de descrédito do líder para impedir que este possa influir nos destinos da sociedade, e chegam ao extremo da

terça-feira, 8 de março de 2016

Abya Yala, Pátria Grande/O LÍDER, A HISTÓRIA E A INFÂMIA



2 marzo 2016, Prensa Latina http://www.prensalatina.com.br (Cuba)

Por Luis Manuel Arce Isaac

Havana (Prensa Latina) -- Impiedosos ataques midiáticos a líderes como Evo Morales, Hugo Chávez, Nicolás Maduro, Rafael Correa, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, Néstor Kirchner ou Cristina Fernández, para citar os mais próximos, não são únicos, e se realizam desde tempos imemoráveis.

Um caso muito emblemático foi o conhecido Processo de Leipzig em 1933 contra o líder operário búlgaro Jorge Dimitrov acusado pelos fascistas alemães do incêndio do Reichstag, farsa hitleriana montada pelos nazistas com o propósito de desferir aos comunistas um golpe mortal e justificar tudo o que já conhecemos. Este tema, que se inscreve dentro do debate filosófico do papel do indivíduo na história desenvolvido pelo russo George Pléjanov em 1898, vem à luz ante os ataques da direita retrógrada a líderes como Fidel Castro e Hugo Chávez com o fim de sepultar seu pensamento político, mas tomando como alvo dirigentes atuais como Nicolás Maduro, Evo, Lula, Dilma, Correa ou Cristina.

Tradicionalmente, os ultraconservadores têm tergiversado sobre esse papel fundamental do indivíduo sem o qual os processos sociais correriam o risco de não chegar ao seu destino por acefalia, ou dispersão e anarquia em sua condução.

Os propagandistas do capitalismo persistem na prática de descrédito do líder para impedir que este possa influir nos destinos da sociedade, e chegam ao extremo da eliminação física por qualquer via, caso fracassem suas campanhas de desprestígio e desqualificação. Pléjanov dizia que um grande homem o é não porque suas particularidades individuais imprimam uma fisionomia individual aos grandes acontecimentos históricos, mas porque está dotado de particularidades que lhe convertem no indivíduo mais capaz de servir às grandes necessidades sociais de sua época.

Nessa observação está uma resposta do que vemos neste momento na Bolívia, Venezuela, Equador, Brasil e inclusive Argentina onde,