4 abril 2016, Outras Palavras http://outraspalavras.net
(Brasil)
Por Pepe Escobar
Em meio a cenário global turbulento,
Pequim prepara-se mergulhar na economia da inovação, unir a Ásia por rede de
ferrovias e infra-estrutura e enfrentar hegemonia financeira de Washington
Consumido por incontáveis
manifestações da própria crise existencial, mais uma vez o ‘ocidente’ não viu
ou subestimou o mais importante show na política chinesa – as famosas “duas sessões”, a Conferência Política Popular
Consultiva e o Congresso Nacional do Povo, o mais alto corpo legiferante do
país – que concluiu com a aprovação do 13º Plano Quinquenal da China.
Evento chave foi o comunicado, pelo
premiê Li Keqiang, de que Pequim trabalha para alcançar crescimento médio, de
2016 a 2020, superior a 6,5% ao ano – baseado em “inovação”. Se forem bem-sucedidos,
à altura de 2020 nada menos que